segunda-feira, 30 de maio de 2011

Amor

Como é que se pode amar tanto alguém quando se acaba de a conhecer há escassos minutos?

Newborn

Welcome to parenthood! In these first days, your new baby won't do much except feed every two or three hours and sleep off and on around the clock. You may be feeling a little shell-shocked. That's not surprising, your body has been through a lot - and it's your cue to take these next few days as easy as you can. Your most important priority right now is to tend to your post-labour aches and pains, establish breastfeeding and spend time getting to know and love your baby. Concentrate on those basics and when your baby drifts off to sleep, try to take a rest yourself - the laundry can wait.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Espera

Apesar da espera da chegada da Maria começar a ser extenuante, ter picos de desespero, outros de uma calmia estranha, a verdade é que acaba por me dar mais tempo para interiorizar que vou ser mãe pela segunda vez. Ou talvez que vou ser mais mãe, ainda mais, ainda mais completa, ainda mais ao extremo, pois mãe já sou e serei para sempre. Vendo o lado positivo, acabou por fortalecer ainda mais a nossa ligação porque consigo estar presente em tantos minutos (a mais) do dia em que, trabalhando, não estou. Isso tem sido uma enorme mais valia para mim, uma felicidade acrescida. Com que não contava. E tu, pareces igualmente radiante. Vale a pena para ambas aproveitarmos. Com a chegada da mana, vai ser mais especial, mas sei bem que o tempo não vai esticar. Que bom que vem aí uma mana. 

Natação - última avaliação


Abril de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

O meu papá, ai o meu papá…


Eu: O pai está a fazer batota, é um batoteiro.
Tu: Ai não é! O pai é um príncipeeee!!!
Não se fala mais nisso... :-)

Tal-e-qual... Qual papagaio


Após ouvires-me dizer ao papá que não estava a fazer o que eu lhe pedia, sentados os dois à mesa, começaste...
Tu: Filho, o que é que a mãe disse para fazeres?
Papá: Disse para eu vir ver o que tu estavas a fazer.
Tu: E tu o que é que fizeste? Uma disparate!
Papá: Primeiro fui à cozinha e depois é que vim ver o que estavas a fazer...
Tu: Pois filho, uma disparate!
Papá: Então o que é que eu mereço?
Tu: Um castigo! Vou-te tirar tudo! Os teus animais, os cromos, tudo (de mãozinha no ar, dedos esticados, de um lado para o outro, em jeito de ênfase)! Pede desculpa à mãe. Dá um beijinho e um abracinho vá.
O pai deu-te. Agarraste-te a ele e ainda disseste:
Tu: Eu gosto mesmo de ti quando fazes disparates.
(Na verdade querias dizer com isso: eu gosto de ti mesmo quando fazes disparates... Demais.)

Adoro...

...como dizes eu ouvo, em vez de eu oiço; morrido ao invés de morto porque não falas suficientemente devagar para te concentrares; di, em vez de dei porque ainda te falham muitas conjugações, uua quando olhas para o céu e queres dizer lua porque ainda não consegues dizer os Ls como deve ser; arve em vez de árvore porque falas sempre a mil à hora; minypon, ao invés de pinypon tão à tua maneira... Simplesmente adoro.

1.ª Festa de aniversário

Não a primeira a que foste convidada, mas a primeira a que quiseste ir, mesmo depois de te explicarmos que nós não ficaríamos lá contigo (motivo que te levou a dizer que não querias ir, à data do primeiro convite). Adoraste. Disseram os pais da tua colega que estiveste muito divertida e bem disposta, que fazes uns pinos e umas cambalhotas fantásticas (medo!!!) e que te portaste muito bem. Desde essa primeira festa já tiveste outra e tens outra confirmada já para o próximo fim-de-semana (não fossem as três em três fins-de-semana seguidos). A de ontem também correu bem e também gostaste. Vieste com uma negra por baixo de um olho devido a uma queda aparatosa, mas nada que em ti, não se possa considerar normal e já está ansiosa para ir à próxima festa de anos. Promete esta tua agenda social de três anos de idade...

O meu papá, ai o meu papá…


Eu: Pois, não se deve andar na estrada, só nos passeios!
Tu: O papá foi pela estrada.
Eu: O papá foi muito feio.
Tu: Não! Eu acho o papá bonito. O pai não é feio!

Sarau gímnico

Ao contrário do teatro de Natal, estavas desta vez em grande animação. Sempre à nossa procura nas bancadas, acenavas, rias e voltavas a acenar. Olhavas para nós para te certificares de que estávamos mesmo, mesmo a olhar para ti. Depois lá foste. Fizeste todos os exercícios, com toda a facilidade e mecanicidade de quem ensaiou vezes sem conta. No final, volaste a sentar-te sorridente e orgulhosa da tua performance, enquanto voltavas a perscrutar com o olhar onde estávamos. Boa filha! Estiveste mesmo, mesmo bem! 

O inglês já dá frutos


Lembraste-te das aulas um destes dias e começámos a ouvir-te:
Don’t do that! (que é o que mais ouves a prof.a dizer-te durante a aula enquanto mexes onde não deves, saltas e sais do lugar). Depois perguntavas-nos:
What is this? Enquanto revias formas e cores com o pai, tudo na língua de Sua Majestade :-).

Masculino vs FemininA


Uma vez o pai disse-te “bem feito!” e respondeste mal humorada “bem feita! Eu sou menina!”. Outra eu disse-te “santinha”, depois de um espirro e retorquiste sorridente “santinha, mamã!”. Uma outra o papá enganou-se e disse para estares “quieto”, ao que olhaste de lado e disseste entre dentes “quieta!”...
Foram três correcções imediatas... Três deslizes e ergueste a voz para emendar! Não podemos enganar-nos, nem um bocadinho assim... pequenino. :-) 

E temos cómica


Ainda sobre a “viagem” da tua tartaruga...
(http://minhafilhameutesouro.blogspot.com/2011/04/ninja-longa-viagem-da-tua-tartaruga.html)
Tu: A bola estava aqui.
Papá: Então ganhou perninhas e fugiu.
Tu: Ganhou perninhas e foi ter com a tartaruga!
Papá: Olha, temos outra cómica cá em casa!!!

Que pai mau... :-)


Tu: És mau!
Papá: Bom, se calhar é melhor trocares de pai.
Tu: O quê?
Papá: Eu sou mau, por isso talvez seja melhor pensares em trocar de pai, arranjas outro. O que é que achas?
Pensas uns momentos e dizes:
Tu: Não acho nada bem...
Vá lá, parece que o pai afinal não é assim tão mau... :-)

E que miúdas!

Ultimamente é assim:
- Mãe põe-me ganchos, dois! Três!
- Mãe hoje queria totós!
- Fazes-me um rabo de cavalo mãe, assim??!!

  

Hello papá, somos miúdas!!!

Depois do nosso passeio, fomos até ao campo de jogos jogar à bola. Quando estavas à baliza a defender os golos que o pai tentava marcar, a avó diz:
- Este é como se fosse o nosso castelo e nós temos de defendê-lo! Não podemos deixar entrar a bola!
Dizes passado um pouco:
- Vamos cozinhar no castelo.
E viras-te de costas para o pai, que com ar perplexo e braços no ar se volta para mim e diz:
- É mesmo miúda! Dizem-lhe para defender o castelo dos golos e ela responde que vai cozinhar no castelo!

Ahahahahahahahahah! Muito bom filha! É isso papá, cá em casa és tu... e depois as miúdas! :-)

Ficamos assim, levezinhos


Hoje no nosso passeio a pé ao final da tarde:
Tu: Estas folhas estão a nascer. São novas.
Eu: É isso mesmo, estamos na Primavera e nascem novas folhas nas árvores.
Tu: E já caíram umas e estas são novas.
Eu: Caíram. Foi no Outono. Agora é Primavera. Depois vem o Verão.
Tu: Que é quando nós usamos pantufas.
Eu: Não filha, isso é no Inverno. O Verão é quando está calor e vamos à praia.
Tu: Ah pois é, já me esquecia...
Eu: No Inverno está frio e chega o Natal.
Tu: O avô F. disfarçou-se de Pai Natal.
Eu: Tens a certeza que o senhor que viste não era mesmo o Pai Natal?
Tu: Não mãe... Era o avô F., disfarçado. O Pai Natal vem quando nós estamos a dormir. E eu não o vi. Estava a dormir! E quando acordei tinha muitos presentes para mim na árvore.
Eu: Pois foi. Tiveste muitos presentes. Havia presentes para todos na árvore.
Tu: Mas tu tinhas poucos, eu tive muitos!
Eu: Pois foi, tens razão. Que sorte.
Tu: E sabes mãe, eu estou a ficar levezinha, estou quase a morrer.
Eu: Espera, o quê?! Repete lá. A mãe não percebeu o que disseste.
Tu: Eu estou a ficar levezinha, devo estar quase a morrer.
Eu: Não estás nada! Porque é que...
Tu: Quando nós morremos vamos para o Céu. Ficamos levezinhos e vamos para o Céu (e foste levantando o bracinho e apontaste para o Céu sorridente), vamos para ao pé da mãe do Jesus.
Eu: Ah, já percebi. Mas sabes, normalmente as pessoas morrem quando já estão muito velhinhas. Tu és muito pequenina ainda, ainda te falta crescer e viver muito para morrer. És leve porque és pequena, mas estás cada vez mais pesada...
Tu: Pois é. O Lago é que já morreu. Estava velhinho... e levezinho.
Eu: Pois estava, o Lago estava velhinho.
Tu: E a mãe do pai também está morra.
Eu: Morta.
Tu: Morta, sim.
Eu: Estava muito doente...
Tu: Então se eu for velhinha ou doente...
Eu: Não basta ficar doente. Tem de ser uma doença muito, muito grande, mesmo grande.
Tu: Pois e ela tava e ficou levezinha e foi para o Céu.
Eu: Foi isso.
Tu: E o pai do Jesus está lá no Céu, para nos poteger.
Eu: Verdade... Foi o Pde. A. que vos ensinou isso, foi?
Tu: Foi. O Pde. A. é bonzinho, mas às vezes põe os meninos de castigo.
Eu: Se calhar isso acontece quando os meninos se portam mal...
Tu: Sim, ele põe de castigo quando os meninos se portam mal na aula.
Eu: Pois, faz sentido.

Saudades


Depois das férias da Páscoa em que deste descanso à educadora, resolvemos que seria igualmente justo dar descanso à avó M. Ao fim de duas semanas praticamente sem estares com ela, as saudades eram tantas que dizias que querias ir para casa da avó. Resolvemos convidá-la para jantar. A excitação era tal que ficaste eufórica. Ajudavas-me a pôr a mesa e ias levando pratos, copos e talheres.
- Este é para a M.! E este para o Ricardo e este para mim. E este para ti! :-)
Amor é isto...

Será a mana igualmente vaidosa?

 

Semáforo

Passei por ele. Tinha uma cruz com umas flores...e um nome. Pior, um diminutivo.... E a Maria estar ainda cá dentro foi um alívio. E tu estares em casa com o papá foi um conforto. E o meu pai estar há anos fora foi o de menos. E a minha mãe estar sempre por perto foi uma bênção. E ter o pai ao meu lado foi uma consolação. E tudo, tudo, tudo o resto deixou de ter a menor das importâncias...

Mais das tuas

À saída da aula de inglês vieste ter comigo, baixaste a cabeça e deste um beijo repenicado na minha barriga. Depois olhaste para mim e perguntaste:
- A Maria vai nascer com cabelinho mãe? Ou achas que vai nascer sem cabelinho?

Hoje de manhã saltaste para a nossa cama onde eu ainda estava deitada. Deste-me um beijo, depois deste outro na minha barriga:
- Bom dia Maria! Agora vou-me deitar aqui ao pé dela. Vou dormir aqui ao pé da minha Maria querida!

Troca de elogios:
Tu: Mãe o teu vestido é tão giro. Tem bilhantes!
Eu: Obrigada minha querida.
Tu: E o meu vestido, é giro?
Eu: O teu vestido é giríssimo e fica-te muito bem. Tu ficas muito bem de vermelho. E ficas linda de totós.
Tu: Tu também ficas muito linda mamã.
Eu: De totós??
Tu: Não!!! Com os ganchos mãe!
Claro, onde é que eu tinha a cabeça... :-)

Tu: Eu quando ‘tava na tua barriga chegava ao teu pescoço!
Eu: Ao meu pescoço?? Não!
Tu: Sim mãe, quando dava pontapés...
Ui, felizmente que não!!!

Tu: Tu não tens pai, pois não mamã.
Eu: Tenho pois. Já no outro dia te expliquei. Já não te lembras?
Tu: Não.
Eu: O meu pai é o avô F.
Tu: Ah pois é. E a tua mãe?
Eu: É a avó M.
Tu: Mas ela é minha avó!
Eu: Sim. Tua avó e minha mãe. E o avô F. é teu avô e meu pai. Não está é cá connosco sempre como a avó está.

- Pai és um papagaio... sempre blá, blá, blá, blá...

Tu: Os cromos mãe, já acabaram?
Eu: Sim.
Tu: Poque estão murchados?
Eu: O quê?
Tu: Poque estão murchados?
Eu: Murchos?
Tu: Sim.
Eu: Não. As flores é que murcham. Os cromos não.
Tu: Ai não... (pensativa...)

Eu: A continuares assim Margarida, vais de castigo para o teu quarto, depois vais directa para o banho e não vês nada de nada!
Tu: E eu não vou comer??
Ahahahahah, fomeca é que não!!!

No colégio frente à imagem de Maria feita pelos alunos:
- Olha mamã vês, a Nossa Senhora chegou, e é a Maria!!!

Em casa da avó M. depois de ela te ter dito que tinhas de ir tomar banho e ter com isso desencadeado uma enorme birra, foste para o teu quarto e gritavas a plenos pulmões:
- Eu quero a minha família!!!
Depois da birra ter passado e a avó conseguir finalmente dialogar contigo, perguntou-te quem era a tua família:
- A mamã, o papá e a Maria...

- Eu depois vou ajudar a mamã com a Maria. Ai vou, vou. E quando eu saltar ao pé dela, ela vai achar uma doçura!!!
Lol!

Uns dias depois de passarmos um Domingo com os nossos amigos de Leiria:
Eu: O Mickey vive muito longe, mas se calhar um dia podemos lá ir filha...
Tu: Pois vive longe. Eu sei onde. Vive em Leiria!

- (...) Sim, eu lembro-me da casa da A. E lá vocês, os meus pais, tinham de fazer-me uma caverna para mim e para a A. Para nós brincarmos...
-Se dúvidas nós tivermos de que somos os teus pais e de que temos estas obrigações lúdicas... :-)

Eu ajudei a mamã a pintar este desenho porque eu sou a irmã mais velha. Ajudo toda a gente!

Ao “aterrares” a toda a velocidade no sofá acabada de chegares a casa, dizes para o pai:
- Oops, é melhor tirar os sapatos aqui porque a Filipazits pode zangadits!!!
Ahahahahah.

A questionares o papá depois de terem ido ver o filme Gnomeu & Julieta (tão formal...):
-Poque é que ele arranjou forma de destruir os jardins, os dois?

Sentada no sofá da sala, de livro de animais na mão sob o colo...
- ...O rinoceronte, ao ver sua mãe, ficou mocionado...

Contou-me a R. que enquanto faziam um trabalho na aula, te ouviu à conversa com a tua amiga de eleição (a M.P.):
Tu: Eu tenho uma mana, sabias?!
M.: Eu também tenho.
Tu: Não tens!
M.: Tenho um mano.
Tu: Mas a minha mana gosta muito é de irmãs mais velhas...
... que sou eu!

Tu: Porque é que há pessoas sem filhos?
Eu: Porque há pessoas que não podem ter bebés, ou não têm dinheirinho para ter, ou porque simplesmente não querem ter.
Tu: As mamãs – e algumas filhas – têm bebés. Os senhores é que não têm.
Eu: Os homens não têm bebés não.
Tu: Pois. Eles têm de nascer da barriga. E as avós também não têm bebés.
Eu: As avós já tiveram...
Tu: O quê mãe?

Tu: Esta pedra é uma semente.
Eu: Ai é?
Tu: Sim. É uma semente para a tua barriga.
Eu: Isso tem que ser o pai a pôr, a semente na minha barriga.
Tu: Porquê?
Eu: Porque é preciso uma mãe e um pai para fazer e nascer um bebé.
Tu: O papá já pôs na tua?
Eu: Já. Por isso é que está aqui a Maria dentro da minha barriga.
Tu: Mas tu disseste que ele ía pôr ao final do dia!
Eu: O quê????!!! Eu? O quê???? Eu disse isso?
Tu: Sim disseste.
Eu: Creio que percebeste mal. A mãe não disse isso. Devo ter dito outra coisa.
Tu: Não. Tu disseste.
Eu: Olha que não devo ter dito.
Tu: Então foi o pai que disse...

- Mamã obrigada! Esta é a minha cadeneta mais peferida!!!
E a única na verdade... :-)

Tu: Tu és muito querida mamã.
Eu: Obrigada.
Tu: Mas às vezes pões-me de castigo.
Eu: Olha que nem por isso. Até acho que devia pôr-te mais vezes...
Tu: Porque é que não pões?
Eu: Pois... porque... olha, por isso, porque sou uma mãe muito querida (e fraca, pensei para mim...)!
Tu: Ah mamã!!!

Tu: O teu pai já morreu mamã?
Eu: Não. Não vive cá, mas está vivo. É o avô F.
Tu: E a tua mãe já morreu, não é papá?
Papá: Sim, a minha mãe já morreu.

No colégio:
Tu: Olha mãe este desenho grande. É a Maria. Foram os meninos da sala verde que fizeram.
Eu: A Maria, a Nossa Senhora.
Tu: Sim, a minha mana Maria e a Maria, mãe do Jesus. É o mês de Maio, das duas.
Eu: Pois é!
Tu: Eu nasci em Portugal. Em Lisboa. E a avó M. também!
Eu: Ahahah, sim, é verdade. E eu e o pai também.
Tu: E a Maria também vai nascer, não é mãe?
Eu: É pois.

Poquê???

Qualquer frase dita por nós é por ti repetida, não sem antes a precederes de um entusiasta “porque é que”... De manhã à noite, seja qual for o assunto, dúvida, interesse, conversa... É exaustivo mas igualmente maravilhoso de assistir e, para nós, um enorme desafio. Parece um jogo que podia intitular-se qualquer coisa como “Até onde me conseguem responder (com sentido e verdade) os meus pais?” :-)

Geminiana

Pois então já não teremos uma Tourinha cá em casa, mas sim uma Geminiana (como o papá)...
Gémeos (ou Gemini). 21 de Maio a 20 de Junho. Elemento: ar. Qualidade: mutável. Polaridade: masculino IDI. Planeta regente: Mercúrio. Anatomia: braços e sistema respiratório. Palavra-chave: comunicação. Casa natural: casa III. Características positivas: comunicativo, versátil, inteligente. Características negativas: contraditório, inconsequente, superficial. Gémeos ou Gemini, é o terceiro signo astrológico do zodíaco, situado entre Touro e Caranguejo e associado à constelação de Gemini. O seu símbolo é os irmãos gémeos. Forma com Balança e Aquário a triplicidade dos signos do Ar. É também um dos quatro signos mutáveis, juntamente com Virgem, Sagitário e Peixes. Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os geminianos são as pessoas nascidas entre 21 de Maio e 20 de Junho. Gémeos está relacionado ao Deus Mercúrio, o mensageiro Alado, filho mais inteligente de Zeus e ao mito de Castor e Pólux.

Assim juntamos um Gémeos ao que já temos cá em casa :-):
Sagitário. 22 de Novembro a 21 de Dezembro. Elemento: fogo. Qualidade: mutável. Polaridade: masculino. Planeta regente: Júpiter. Anatomia: coxas, fígado, músculos. Palavra-chave: expansão. Casa natural: casa IX. Características positivas: expansivo, sincero, otimista, generoso. Características negativas: exagerado, descuidado, irresponsável, crítico. Sagitário é o nono signo astrológico do zodíaco, situado entre Escorpião e Capricórnio e associado à constelação de Sagittarius. Seu símbolo é o centauro. Forma com o Carneiro e o Leão a triplicidade dos signos do Fogo. É também um dos quatro signos mutáveis, juntamente com Gémeos, Virgem e Peixes. Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os sagitarianos são as pessoas nascidas entre 22 de Novembro e 21 de Dezembro.
Carneiro é o primeiro signo astrológico do zodíaco, situado entre Peixes e Touro e associado à constelação de Aries. Seu símbolo é um carneiro. Forma com Leão e Sagitário a triplicidade dos signos do Fogo. É também um dos quatro signos cardinais, juntamente com Caranguejo, Balança e Capricórnio. Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os arianos são as pessoas nascidas entre 21 de Março e 20 de Abril. Elemento: fogo. Planeta regente: Marte. Metal: aço. Pedras: diamantes e cornalina. Anatomia: cabeça.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

E eu que queria tanto vestir-te isto...

Your three year old, sixth month

Why lie? - Whether it's an elaborate fantasy story about seeing a lion in the park or a barefaced refusal to accept that they spilt their juice on the carpet, all preschoolers tell a lie at some point. In some ways, preschoolers can't help but lie. They don't usually mean to. The "fibbing" is just one way your preschooler is coping with the world at the moment.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

As barrigas

Desde os últimos dois meses que as perguntas sobre bebés, de onde vêm, de quem é mãe, pai, mano de quem, de que barriga saíste e de que barriga saíram os nossos familiares vêm crescendo. Alguns conceitos já adquiriste. Algumas coisas já entendeste e apreendeste, mas muitas, naturalmente, ainda são motivo de questão e de confusão. Vamos respondendo sempre, mostrando fotografias para ilustrar e repetimos sem qualquer problema as respostas quando nos perguntas a mesma coisa diversas vezes. Notamos que reflectes sobre o assunto. Também repetes o que ouviste, como que para assimilar e compreender melhor. Há poucos dias fizeste duas perguntas (em dias distintos) que se notou terem estado a maturar nessa cabecinha antes de saírem cá para fora ao nosso encontro...
- Mamã, de que barriga nasceu o meu papá?
E passados uns dias:
- Mamã, tu não tens pai pois não?

...

A honestidade supera surpresas


Fui buscar-te ao colégio depois das férias da Páscoa e vinhas com um desenho em relevo de um coelho da Páscoa.
Eu: Ai que girrrrrrrrooooooooooooooo! Fizeste este coelhinho hoje foi?
Tu: Não mãe. Já fiz no outro dia. Hoje fiz um avental para te dar no dia da mãe...
Eu: Ah...
Tu: Mas é surpresa!!! Não se pode dizer.
Eu: Ah, não pode. Então está bem. Não ouvi nada.
Tu: Eu não disse!!!
Claro... ahahahahah.

Gostar é isto


Gostares de ir para o Colégio é chorares por te dizermos que infelizmente adoeceste e, por isso, não poderás ir. É perguntares todos os dias se já poderás ir no dia seguinte. É contares os dias quando te dizemos que, em princípio, faltam este e este e este dia para poderes ir. É estares de férias e perguntares porque não podes ir, se não estás doente. É teres saudades da educadora, auxiliar e coleguinhas, dizeres e demonstrares. É ficares triste quando não podes ou não dá para ires. E é uma alegria para nós. Mesmo.

7.ª Arte

Os últimos filmes que foste ver ao cinema foram estes: Hop, Rio, Gnomeu e Julieta. O último o teu favorito de entre os três, não tivesse ele uma história de namorados... As pipocas, o enorme ecrã e o facto de saires de casa já te conquistaram. O cinema é oficialmente um programa que gostas de fazer. E ainda bem, porque nós os dois também!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Barrigas - forma


Gui: completamente redonda, a vir das costas.
Maria: arredondada, mais empinada – fico sem saber se é na verdade maior ou não do que na primeira gravidez.

Agradar

Forçado mas com a melhor das intenções. Nota-se isso mesmo. Agora, muitas vezes, forças o riso. Entras na brincadeira mesmo quando não estás totalmente convencida de que vale a pena, ou mesmo que não estejas a achar assim tanta graça e depois ris. Ris e esforças-te por passar a ideia de que estás mesmo divertida. É de tal modo que, 90% das vezes, acabas a rir à gargalhada, cheia de vontade!

Conceitos


Tu: Eu não queria partir a moldura mamã. Desculpa.
Eu: Eu sei querida, aconteceu, não faz mal. Eu sei que foi sem querer.
Tu: Não mamã, foi de popósito. Eu não queria partir...
Eu: Pois, eu sei. :-)
Há sempre aquelas palavras que nos confundem, que dão mais trabalho a entender ou simplesmente demoram mais tempo a serem apreendidas... :-)

Saídas


Tu: Ai já me dói a garganta!
Eu: Porquê? Dói?
Tu: Dói. Porque vocês estão a fazer muito barulho!

Tu: Vamos pôr açúcar nos morangos!
Eu: Sim filha, vamos.
Tu: E vamos trocar.
Eu: Trocar? O que é que queres dizer com isso? A mamã não está a perceber.
Tu: Quer dizer que depois vamos partilhar!!!

A quereres começar uma birra...
Eu: Então Margarida, o que é isso?
Tu: Mamã, papá estou ensonada...
Eu: Então é melhor ires dormir filha...
Tu: Ai isso é que era bom mãe!

- Pai, podemos casar agora que eu estou pronta, de vestido e tudo?

Papá: Filha!!! Puseste isso na boca! A chucha caiu, estava suja! Que porcaria! Não vês que o chão está todo sujo!
(Silêncio perante a indignação e o ralhete do pai e olhar cabisbaixo)
Papá: É assim que ficas doente! Estás agora a ficar boa e ainda vais mas é ficar doente outra vez!
Tu: Ai não vou não!!! Estou a tomar o meu antibióquitico!
Com esta eu e o pai não conseguimos dizer mais nada a esforçarmo-nos para não rir à tua frente...

A imitar as crianças são de facto o melhor que há. Nem será mesmo a “imitar”. Talvez seja mais “brincar aquilo ou com aquilo que vêem à vossa volta”. A última foi:
- Papá deixa-me auscultar-te a boca, assim, aaaaahhhhh!
Mas que grande confusão que para aí vai... ahahah.

No trânsito:
Eu: É preciso ter pachorra...
Tu: Mamã, o que é pachorra?
...

Da mais recente sessão na Spoil

Da tua barriga Margarida, gostei mais do resultado final em termos da minha figura, fisicamente falando. Da barriga da Maria o resultado foi fenomenal no que respeita ao facto de ter uma mana linda e meiguinha como tu para embelezar as fotografias. :-)

Indícios

Já se vai notando que a mana está quase a chegar. E desta vez não me refiro à minha barriga proeminente, ao meu cansaço mais notório ou aos últimos preparativos cá por casa... Indícios teus. Muito mimo com a mamã, dado e requisitado; muito mais mamã para aqui, mamã para ali, a mamã é que dá, é que faz, é que sabe; muita voz arrastada, choro forçado quando vem o soninho; muito agarradinha à mãe...

O meu papá, ai o meu papá…


É frequente agora ouvir-se cá por casa frases embebidas em sorrisinhos, pestanejar de olhos e melaço...
- Belo príncipe... queres casar comigo para toda a vida?
- És tão querido príncipe... Podemos casar depois do jantar?
De anel no dedo, fita cor-de-rosa com um laço na cabeça e “sapatos de princesa”(vulgo, sabrinas):
- Eu sou a Bela Adormecida, tu és o príncipe e eu beijava-te e depois dançamos! :-) :-) :-) 
 

Miminhos


Para a mamã e para a mana. Foste ao supermercado com o pai e quando entraram em casa, de regresso, vinham com dois ramos de flores na mão.
- Este é para ti mamã e este é para a Maria!
E o pai esclareceu: assim que passámos pelas flores não deu hipótese quando disse que tínhamos de levar flores à mamã e à mana.
És um amor minha querida! :-)

Há dias assim


Do nada, lembras-te de alguém. Alguém de quem tens saudades, de quem gostas muito ou simplesmente de alguém a quem associas algo bom. Muitas vezes são os padrinhos ou a prima. Desta vez foi o avô F.
Tu: Queria que o avô viesse cá a casa.
Eu: Pois mas ele não vive perto, não pode vir. Pelo menos não hoje.
Papá: Podemos telefonar-lhe. Queres falar com ele?
Tu: Quero.
E então o pai lembrou-se de falar com ele online, cara a cara.
Adoraste a experiência. O avô também, claro.