terça-feira, 5 de maio de 2009

Instinto Maternal

A propósito do dia da mãe, aqui fica um texto (desconheço o autor) que dá que pensar. Apesar de não ser do meu feitio ser muito afectuosa, meiga e amiga de dar beijos e abraços, sempre acreditei e, sobretudo, sempre senti que tinha um enorme instinto maternal. Até à data creio que se confirma. Tu me dirás melhor quando souberes avaliar : -) Com o teu nascimento, penso que apenas se reforçou, evoluiu, aumentou. Já vivi situações contigo que, na minha opinião, apenas se explicam através deste instinto maternal. E não há nada melhor que tê-lo e senti-lo, para nosso bem e tua protecção. Amo-te meu bebé.
O chamado Instinto Maternal, ou essa coisa que julgam ser meio caminho andado para se ser mãe, é um valor complicado e que reside na modernidade da nossa era... Há mulheres que nasceram para ser mães e outras, nem por isso. Mas, em ambos os casos, a mulher tem sempre muito amor condensado dentro do seu íntimo, para dar e vender. O chamado Instinto Maternal, ou essa coisa que julgaram ser meio caminho andado para se ser mãe, é um valor complicado e que reside na modernidade da nossa era... Desde muito cedo, costuma-se ouvir dizer mulheres, que o seu maior sonho é vir a ser mãe. Outras porém, preferem ter como ambição uma carreira de sucesso ou um amante imparável, mas sem nunca pensar em vir a ter filhos. Nem todas as mulheres, fazem uma festa a uma criança ou brincam com elas. Existem mesmo muitas, que repudiam os mais pequenos, quase como se as mesmas fossem um incómodo a evitar a todo o custo. Todas as atitudes protagonizadas pelas mulheres da nossa sociedade que não pensam em ter filhos, são alvo de uma conclusão precipitada: insensibilidade. Porém, nem sempre o valor da maternidade é o mais desejado e isso, não implica que as mulheres estejam totalmente desligadas do mundo infantil. Antigamente, a principal meta das mulheres era dar à luz, um rebento forte e saudável como símbolo da sua fertilidade. Hoje, os padrões sociais são diferentes. A mulher procura acima de tudo, um lugar no pódio das profissões às quais apenas o homem, tinha acesso noutros tempos. Afinal, o que mudou? A sociedade ou as mulheres em si mesmas? Muitas mulheres declaram que esse Instinto Maternal, surge logo à nascença mas, outras afirmam que, esse valor só se desenvolve quando a mulher engravida e que atinge o seu auge, na altura que vai dar à luz. O que significa que, se muitas mulheres ainda não têm dentro de si esse instinto, é porque ainda não chegou a sua hora de ser mãe. Nada mais que isso. O problema é que actualmente existe muita liberdade de opiniões, e não uma verdade una. Antes o centro da vida era a família, mas hoje nem sempre as pessoas têm essa ambição. Ás vezes, tanto a carreira como a família são importantes para o equilibrio, mas há mesmo quem afirme que com apenas uma das duas, se atinge a estabilidade. Ser mãe está na base da realização pessoal de uma mulher, pelo menos é a opinião das muitas mães do nosso país. Apercebem-se que estão a contribuir para o desenvolver de um novo ser que depende única e exclusivamente delas, oferecendo-lhes toda a alegria e felicidade que demonstram. Aliás, são cada vez mais as mães solteiras no nosso país, umas por circunstâncias da vida, outras por pura opção pessoal. Esta realidade mostra a emancipação da mulher, que cresce a olhos vistos. As mães afirmam que matariam pelos seus filhos, morreriam por eles ou fariam o que quer que fosse para os defender, e isso é um ponto em comum entre todas elas: casadas, solteiras, adolescentes ou mais velhas. Ter um filho fascina muitas mulheres, mas outras preferem os dos seus amigos a ter um. Aqui está a questão da liberdade, alcançada após tanto tempo e que agora não se quer perder, envolva o sacrifício que envolver. O amor pelos filhos é real. Sente-se num toque, num olhar, numa carícia. Sendo a mãe biológica ou não, a mulher atribui todo o amor que tem dentro de si, àquela criatura dependente da sua força e amor. Se ainda não sente aquilo a que chamam de Instinto Maternal não se preocupe, nem julgue ser anormal relativamente às outras mulheres.A necessidade de ser Mãe há-de aparecer oportunamente e aí, estará realmente preparada para ser Mãe...

Um comentário:

bepa disse...

Olé, minha doce amiga, gostei muito de ler este texto. A parte de "as outras preferem os dos seus amigos a ter um" assenta-me que nem uma luva. Adoro imenso crianças, mas não me vejo no papel de mãe (embora muita gente diga que tenho jeito...). Felizmente tenha uma catefrada de sobrinhos - filhos dos meus irmãos, e dos meus amigos - incluindo a Pocahontas, que é uma das sobrinhas mais lindas e mais espertas que tenho! :-)
Beijocas