segunda-feira, 30 de junho de 2008

Melão...


Ontem provaste melão e, à semelhança da senhora meloa, adoraste!!! Eheheh.

Comidinhas novas

Este fds experimentaste o iogurte (simples com uma colher de açúcar) e o pêssego. Do pêssego gostaste. Do iogurte, não é que não gostes, mas dá ideia que também não adoras. Digamos que parece que passavas bem sem ele. Eles, pois vão começar a ser muitos, eheh. Ainda assim, comeste tudo. Linda menina.

Baptizado

Não tenho crenças… Ou melhor, religião. Acredito todavia em muitas coisas, Talvez me considere mesmo agnóstica. Às vezes tenho pena, mas não consigo ser hipócrita a esse ponto… A verdade é que gostava imenso de fazer uma festa pelo teu nascimento (já seria com seis meses de “atraso”), convidar todos os amigos e família. O baptizado seria o ideal! Mas não. Se o fizer é porque nos pediste e queres ser baptizada. Caso contrário, a primeira festa será a do teu primeiro aniversário, combinado?

Cotonete

Tão pequenina e já tens pequenos prazeres tão engraçados. Enquanto mamas, de vez em quando lembro-me de aproveitar para te limpar as orelhinhas (apenas por fora!) com uma cotonete. É que, depois do banho, com o limpar, secar e vestir, já ficas inquieta o suficiente, já não dá para muito mais. Assim, passo devagarinho pela tua orelha, para cima e para baixo, com alguma pressão. Paras de mamar, fechas os olhos (se ainda não o tiveres feito), respiras fundo. Ficas assim o tempo que eu me demorar pela tua orelhinha, em todos os cantinhos. Vê-se mesmo que te sabe bem. O máximo Gui.

Discriminação

Anteontem ocorreu-me: se tiveres um irmão ou irmã, vai ser quase impossível escrever-lhe como escrevo para ti… Já só o consigo fazer à noite, bem para o tarde, por isso… impossível. Já hoje os padrinhos diziam o mesmo quando andaram a ver o blogue. Vou discriminá-lo/a… Não gosto nada disso, mas a ver vamos. Talvez arranje um blogue, numa base mais, digamos, mensal…

Já falas… e ucraniano! :-)

O pai afirma que dizes papá na perfeição! Bem, a meu ver dizes tanto papá como tesoura, cafezinho e pechisbeque, eheheh. Na verdade o que dizes mesmo é avô. Contudo, não em português! Não! Em ucraniano!!! Que evoluída já a falar e uma língua estrangeira! De acordo com a nossa empregada, baba é o diminutivo de babuce (não faço ideia se é assim que se escreve…), avô em ucraniano. De facto baba dizes muito bem, papá é mais para quem tem alguma imaginação… eheh.

Noites de olho aberto…

Este fds foi para esquecer. Refiro-me às noites. Ainda tenho esperança que tenham sido apenas as noites de sexta e sábado e que, a de hoje, já seja tranquila… Além de teres acordado umas três vezes por noite, fizeste umas birras!!! Pior que isso, acordaste uma vez às 7h30 outra às 5h00 e, depois de mamares, já não dormiste senão daí a 3h (faz as contas!!!). Até lá berraste! Será do calor?

Muito Direitinha


Ontem o pai chamou-me para te ver: sentada, no colo dele, sem apoio, muito direitinha. Estás a ficar uma menina muito crescida! Tão depressa nãooooooo!!!

Chuchinha

Sexta-feira passada à hora da sesta adormeceste de chuchinha na boca, com as duas mãozinhas a agarrá-la, não fosse ela cair, enquanto se ouvia o teu chuchar. Tão querida…

Entretenimento

Quando não “estás com a mosca”, facilmente te entreténs com qualquer coisa. Nem precisa de ser um brinquedo ou um boneco. Por exemplo, tirar as meias que tens calçadas, não só é uma brincadeira giríssima, como tarefa para uns bons minutos. Depois, quando já a(s) tens na mão, servem para pôr na boca, atirar ao chão vezes sem conta para a mãe apanhar voltar a dar-te, enfim, uma autêntica diversão.

Menina das tranças pretas

No outro dia à noite, antes de dormir, lembrei-me desta música. Não só porque sempre gostei muito dela, mas porque me pus a pensar se o teu cabelo crescerá muito (como parece até agora) e se continuará escuro.

Quando fores mais velha e se gostares, a mãe faz-te umas trancinhas. Depois podes ser a menina da canção. Quem sabe um novo ícone desta moda? :-)

Como era linda com seu ar namoradeiro

Até lhe chamavam 'menina das tranças pretas',

Pelo Chiado passeava o dia inteiro,

Apregoando raminhos de violetas.

E as raparigas da alta roda que passavam

Ficavam tristes ao olhar o seu cabelo,

Quando ela olhava, com vergonha, disfarçavam

E pouco a pouco todas deixaram crescê-lo.

Passaram dias e as meninas do Chiado

Usavam tranças enfeitadas com violetas,

Todas gostavam do seu novo penteado,

E assim nasceu a moda das tranças pretas.

Da violeteira já ninguém hoje tem esperanças,

Deixou saudades, foi-se embora e à tardinha

Está o Chiado recheado de mil tranças

Mas tranças pretas ninguém tem como ela as tinha.

Língua de fora


Desde que descobriste que consegues estar de língua de fora (não foi há muitos dias atrás) que grande parte do dia, andas assim. Quando estás concentrada a brincar ou olhar para alguma coisa então é certinho em como a línguinha espreita também. Será que ficas com esta???

Mãos


Há já algum tempo – talvez já há uns dois meses – que adoras mãos. Não só as tuas, mas as nossas também. Divertes-te muito a olhar para as tuas mãos, que agarras uma na outra e chegas junto ao nariz. Enquanto as mexes, concentras-te muito e observas. Por vezes parece que tocas saxofone, outras vezes que bates palminhas, outras ainda que rezas (lol!). As nossas gostas, sobretudo, de lhes tocar, agarrar os dedos e, se tivermos aliança ou anéis, fixas-te neles.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Bababababab

É a tua nova lenga-lenga. Ficas super cómica a “falar” assim. Pelo meio saem uns pfff, hiii, brrrrr e, claro, ris-te vezes sem conta…

Quem sai aos seus “não é de Genebra”, parte III

Adoras meloa. Sim, eu sei que também digo que adoras sopa, papa, banana e pêra. Mas repara a-d-o-r-a-s meloa. Não só não se pode demorar mais de meio segundo a voltar a encher a colher, como te consolas verdadeiramente a comer meloa. Refilas entre as colheradas e saboreias até não restar nada na boca. Tal e qual o papá, que não passa sem uma meloazinha, sobretudo, quando o calor aperta.

Papá, mais um ponto! :-)

Já és fã da CHUCHA

Há três dias que adormeces a chuchar. Nota: não é com a chucha na boca, que isso já tu fazias algumas vezes. A chuchar mesmo. Enquanto choramingas ou refilas sonolentamente. Faças ou não birra, deixaste finalmente a chucha ser tua amiga. Vês? A mãe está farta de te dizer: aceita a chuchinha que ela é tua amiga, acalma-te e ajuda a fazer ó-ó mais depressa. E é mesmo assim. Com ou sem birra, acalmas com mais facilidade.

Contudo, és fã, não és fanática. A chuchinha é amiga mas, mal adormeces, deixa-la cair e não lhe ligas mais até à próxima chegada do João Pestana (o que, diga-se de passagem, é óptimo).

6 mesinhos - consulta

Já fizeste 6 mesinhos e, como tal, fomos ontem à consulta.

Altura: 65,5cm Percentil 50

Peso: 7.260kg Percentil 50

Perímetro cefálico: 42,5cm Percentil 50

Uma autêntica modelo, como diz a C. :-)

Palras o tempo todo, estás uma simpática sempre sorridente. Já sorris inclusive com mais facilidade para os “estranhos”. Não paras um segundo: a dar às pernas, aos braços, seja no nosso colo, no chão ou na cama. Com a excitação, quando estás no berço ou no “ovo” levantas o rabinho aos pulinhos. Os sons são cada vez mais variados e mais engraçados. Se te pusermos em pé ficas toda contente e aguentas-te já muito bem. Também adoras estar sentada, pois tens um ângulo de visão diferente e já o percebeste. Comes tudo com vontade, muito raramente fazes cara feia. Só não queres comer quando tens mais sono que fome. É altura de introduzir o iogurte, o resto, lá mais para os 8 meses. Depois conto-te como correu.

Resumindo, estás óptima. Para a mamã e para o papá, um verdadeiro espectáculo!

Não é defeito, é um feito!

Quando te ris ou sorris, fazes uma covinha na bochecha direita e apenas nessa. É demais. Eu cá acho que não é defeito. É mesmo um feito!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Primeira saída à noite...

Com apenas 6 meses e 4 dias “saíste à noite” pela primeira vez. Bom, pelo menos, a minha primeira saída à noite propriamente dita, foi a um bar. Hoje, foste a um café, que à noite tem ar de autêntico bar, ali para as esplanadas de Telheiras. Foste com os pais e a madrinha. Estiveste sempre divertida. Vieste para casa às onze da noite!!! E esta hein?!

A última

Hoje percebeste que, não só podias deitar a língua de fora para travar a entrada da colher de sopa ou de papa ou de fruta na boca, como podias mantê-la assim: para fora. É de chorar a rir! Foi durante a papa (deves ter parado a língua a meio do processo de engolir a papa, embasbacada que estavas a olhar para os “animados”). A partir daí, foi o resto do dia à experiência. Língua de fora. Quando te imitávamos, rias-te pois claro!

Fds em Beja

Nos feriados aproveitámos e aceitámos o convite dos padrinhos. Tirando a primeira noite em que acordaste de três em três horas :-(, portaste-te muito bem, na viagem, durante o dia, a comer, a brincar. Gostaste muito. Cada vez que uma das mais pequenas passava por ti ou se metia ou brincava contigo, ficavas muito atenta ou/e em grande excitação.

Tiveste os mimos e as atenções da mamã, do papá, dos padrinhos e família, até da cadela P., tudo junto e durante três dias. Além disso, experimentaste a piscina (daquelas com nadadores salvadores de aquários) e, só não entraste lá para dentro tipo banheira, porque achámos que, não obstante o calor, a água estava demasiado gelada para ti. Seja como for, já adoraste também essa primeira vez. Obrigada a todos, nós os três vamos querer repetir! :-)

Adoras beijos sonoros

Podia ficar-me pelo título porque, de facto, é mesmo isso: aaaaadoooooooraaaaaaaaas beijos, sobretudo, sonoros e repenicados! É tão engraçado. Não conheço muitos bebés assim. Talvez nenhum mesmo…

Cada dia é um dia

Olhando para o dia de ontem e, comparando com o de hoje, parece que estive com duas Margaridas diferentes ao pé de mim. Uma zangada, com crise de mimo e cheia de lágrimas, outra sorrigivas, contente, e um mar de beijos babados! És tu e só tu, naquilo que te caracteriza de óptimo e menos bom. Só prova que cada dia é um dia, para ti, como para toda a gente.

Miminhos dos Padrinhos


Não é bom?...

Narizinho

Nova alcunha do pai: “narizinho”. Deve-se ao facto de teres um nariz lindo, pequenino, redondinho, empinadinho, uma fofura só. O pai não reparou só agora, mas só nos últimos tempos se lembrou de te chamar de “narizinhoooo”, sempre com um grande sorriso dele e arrancando um enorme sorriso teu.

Aliás, pensando bem, foi a primeira coisa que soubemos que irias ter: um narizinho arrebitado (num sentido físico, num bom sentido). Na 1.ª ecografia, a médica disse logo “(…) aqui depois do ossinho, vê-se pele, o que significa que tem um narizinho arrebitado!” E não é que tens mesmo? :-)

Sentar


No sofá aguentas-te lindamente entre almofadas ou, desde que encostada atrás, de pernas afastadas. No chão também já ficas bastante tempo, sem ajuda, até começares a escorregar para um dos lados, em virtude de quereres alcançar um boneco ou tocar em alguma coisa. Já não deve faltar muito para te sentares muito direitinha...

A força dos desenhos animados

Hoje, à hora da papa, decidiste comer duas colheradas e desatar num pranto. Até me baralhei, confesso. A fome parecia alguma… Não estive para te arreliar… nem a mim. Decidi ir para a sala e levar-te e à papa. Afinal, uma vez não são vezes.

Liguei o babytvchanel, comecei a dar-te a papa e, foi um instantinho! Só tinha de te “acordar” aqui e ali, quando te esquecias que estavas a comer.

Palminhasssss

Ontem o dia foi tão… digamos, agitado (!), que nem referi a novidade do dia: numa ocasião em que te juntei as mãos para cantarmos a Margarida bate palminhas!!!, pela primeiríssima vez, abriste as duas mãozinhas! Incrivelmente ainda percebeste o meu ar feliz de “é mesmo isso!” e ficaste toda contente.

Agora é só conseguirmos que o faças sem ajuda :-)

A sesta de hoje


Hoje adormeceste (à tarde) de chupeta na boca (qual “maggie simpson”), com tal afinco que até se ouvia “a borracha”, de barriga para cima, com um braço ao lado do corpo e a mão muito fechadinha e o outro levantado, a enrolares a mãozinha no cabelo, mesmo por cima da orelha. Um cenário que valeu o dia. Fiquei a olhar-te… nem sei quanto tempo, perdi a noção.

Até adormeceres entoaste a tua cantilena, sem nunca deixar a chupeta e, quando o choro aumentava, eu soprava ao de leve na direcção da tua testa e da palma das tuas mãos (mão, na verdade), pois estavas a transpirar. Nessa altura, lentamente diminuías o choro, devagarinho, até se deixar de ouvir, como que a dizer “isso sabe bem mamã”.

Quem sai aos seus não “é de Genebra”, parte II

Uma pessoa sente-se contente quando ouve “tem o sorriso da mãe” ou, “é a tua fotocópia!”, claro que sente, pois claro que sim. Agora, ires buscar aquelas coisas que não interessam a ninguém… Logo tinhas que transpirar das mãos (e pés) desta maneira??! Já tenho pena de ti e ainda não entraste para o infantário, onde vais dar as mãos aos meninos e meninas coleguinhas ou agarrar no bibe da frente… “Tadinha”… Tal e qual a mãezinha. Desculpas?

Biberão

Finalmente, depois da experiência do chá, parece que já gostas do biberão. Eh!!! Quando o tenho na mão e tiro a tampa para te dar água, abres a boca de imediato – fazes lembrar um passarinho – estendes os braços, dás às pernas e só descansas quando abocanhas a tetina.

Sinceramente, acho que já te deixas acalmar a beber do biberão e a chuchar na chupeta de vez em quando. A simples sucção já é suficiente para te acalmar minimamente.

Entretanto, sempre que mamas, seja maminha ou biberão, ficas com um ar muito querido: fechas as mãozinhas, encolhes os pés e concentras-te verdadeiramente.

Na maminha, fazes festinhas à mãe, por vezes esticas o bracinho para agarrar o meu cabelo ou a minha camisola, sorris quando olhas para mim e transpiras imenso da cabecinha. Fofa, querida, mimosa, um doce.

Preguiçosa

Dá ideia que és um pouco preguiçosa. Na verdade, penso que tens dias. Hoje, por exemplo, já meia contrariada por estares no tapete de actividades e não ao meu colo, cada vez que querias um dos 500 bonecos e este se apresentava mais longe de ti e, como ainda só consegues “arrastar-te” para trás e não para a frente, esticavas o braço. Não era suficiente para o alcançar? Então toca a choramingar logo! Não fazias nem mais um esforço.

Às vezes cedo e dou uma ajudinha mas, confesso, a maior parte das vezes deixo-te tentar ou incentivo-te a isso. Não podes desistir logo. Estes são os primeiros de muitos e muitos obstáculos que encontrarás na vida…

a SoPa Da PoCaHoNtAs

A Pocahontas comeu a sua primeira sopa no Domingo passado…E adivinhem? Até correu bem! Eu e o pai estávamos receosos, afinal ela não aceita nada senão a mama da mãe (nem biberão, nem chupeta, nada…). Será que vai gostar de sopa? Será que vai “aceitar” a colher? – pensei eu. A primeira e a segunda vezes comeu pouco (uns 70/80ml), mas pouco ou nada refilou. À terceira já comeu mais, mas o engraçado foi que refilava quando não tinha a colher com sopa!

Hoje então foi um show! Dava-lhe eu uma colherada e a avó M. outra! Sim, porque a menina chorava mal acabava de engolir o que tinha na colher! Correu mesmo bem e comeu praticamente tudo. Estamos bastante contentes. Esperemos que não seja só da sopa de cenoura, eheh. Pode ser que assim possamos ir ao cinema um dia destes à tarde. De todas as saídas e programas, do que tenho mesmo saudades é de ir ao cinema. A última vez foi em Setembro, já nem me lembro que filme vi...

Posted num outro blogue em 24042008

As primeiras verdadeiras gargalhadas

(…) Quando estávamos prestes a despedir-nos da nossa amiga de barriga C.T., ela “mete-se” com a Margarida e ela solta um gritinho daqueles que antecipa grande excitação e, voilá começa a rir imenso! Quais duas sagitarianas juntas (e do mesmo dia!!), que dupla!

A C.T. sempre a falar com ela e a rir e a gesticular e a abanar a cabeça e a nossa Margarida cheia de sorrisos, risos, gritinhos e gargalhadinhas! Foi de tal modo que, se a C.T. parava, a Margarida lembrava-a de que ainda ali estava, “metendo-se” com ela! Foi muito giro e muito emocionante – para nós pais derretidos.

A Margarida já tinha rido assim em casa, com cócegas, mas por alguns instantes, nunca tinha durado tanto tempo.

Obrigada amiga C.T.! Adorámos! E Obrigada pai B. por podermos sempre recordar com as tuas filmagens!

Grande beijo aos dois.

Posted num outro blogue em 28042008

Às vezes desejo que continuasse a ser sempre bebé, a minha bebé

O tempo voa! Se fechar os olhos ainda consigo ter a perfeita noção e sensação da Margarida a sair de dentro de mim. “Amazing”…

Até cerca do segundo mês de idade chorava imenso durante o dia (não obstante dormir lindamente à noite). “Oh Filipa, ela se calhar tem soninho. Já experimentaste deitá-la no quartinho dela, em vez de ser na espreguiçadeira? Assim com a persiana a meio?” – sugeriu alguém da velha guarda. Impressionante ao que a falta de experiência (e tacto…) nos leva.

Não era suposto criar ambientes falsos; convinha dormir durante o dia sujeita a barulhos e claridade – sim, andei a ler, do método estivill ao mário cordeiro e ao brazelton, toca a seguir tudo à risca.

Está bem está! A Margarida até não se incomoda com o barulho, mas para dormir não gosta cá de muita luz, ora essa! E tem todo o direito, pois então. Cada um é como cada qual e as teorias são para aplicar q.b. Resultado, passou a dormir muito mais tempo durante o dia e, claro, deixou de chorar. Desculpas a mãe filha???

Lição do segundo mesinho: abre os olhos mamã! Nós ainda não falamos, mas contamos tudo o que nos vai na alma!

Já vamos para os cinco meses…

Posted num outro blogue em 05052008


Comentário XXL a este post:

"Querida mãe

As mães dão início às nossas vidas.
Moldam a nossa existência.
Ensinam-nos o ponto simples.

Mas as boasmães -como tu-passado algum tempo, entregam-nos as agulhas e dizem :
-o mundo está à espera querida. Escolhe outras cores e faz a tua vida.Tece a tela da vida e pinta
o teu próprio quadro.
Sinto-me congratulada pelo testemunho, táctica que pessoas maravilhosas como voçês tentam desenvolver numa relação afectuosa e intensa de amor com a vossa filha -Pocahontas.
Parabens

umbejoxxl"

Moca de Leite

Demos-lhe este nome talvez com dois ou três dias de vida:" moca de leite", tal era o espectáculo que ficava a Margarida depois de mamar.

Só nunca pensámos que, com cinco meses, ainda assim fosse... De cabeça pcaída ara trás e boca aberta, completamente ferrada. Nem que seja por uns minutos apenas.

Posted num outro blogue em 20052008

terça-feira, 24 de junho de 2008

Um dia para esquecer 23062008

Hoje é, literalmente, o dia para esquecer. Não para ti filha, para mim.

Felizmente que tenho e sempre tive essa capacidade. Esqueço o que doeu, o que não interessa, o que me fez mal, o que não vale naa ou não vale a pena. No caso de hoje, esqueço com toda a certeza amanhã ou depois (tendo em conta que amanhã espero não ser um dia como o de hoje). Fez-me mal porque me deixou triste, doeu porque não sabia já o que fazer…

Choraste o dia inteiro. Inteiro. A questão é que, não choraste de dor, de fome, de frio ou calor. Mimo. Puro mimo. Fazias birras que contado, ninguém acredita. Mal te pousava no tapete, no sofá, na minha cama, no muda-fraldas, eu sei lá, mal te largava um segundo, desatavas num pranto.

Estive num estado de nervos que só visto … E depois, eram lágrimas à séria a rolar-te cara abaixo! O nariz cheio de ranho e os olhos vermelhos, a voz roca, enfim, birras como não fazes muitas – felizmente. Às vezes o colo lá te calavas, outras vezes, nem assim.

À tarde, pela hora da papa, parecias outra. Sentada ao colinho da mamã (!), nem se ouvia o habitual “ãhãh” à espera de cada colherada. Quando desviavas a cabeça, chamava por ti e até te rias, feliz da vida. Deu-me cá uns nervos! Ai agora ris-te – disse-te eu. Quando a papa acabou voltaste à carga. De qualquer das maneiras eu tinha desesperado de vez e decidido que já não ia ligar (impossível, mas faz de conta). Mudei-te a fralda e sentei-te na espreguiçadeira, na cozinha, enquanto arrumava a loiça. Era quase hora do pai chegar a casa.

Espantem-se (ou não), estiveste quietinha, sem choro, nos teus monólogos infindáveis, a tentar tirar as meias e a dar aos pés. Quando paraste de palrar, olhei para ti e nem queria acreditar…

“Oh mãe é que eu quero mesmo é ver aquela coisa ali por baixo…”

Boa boca 22062008

Acho que és “boa boca”, como se costuma dizer. Tirando duas semanitas em que embirraste com a sopa, tudo o que tens experimentado (à excepção do kiwi e do pêro que não ficaste muito fã), marcha tudo. :-)

Quando te sentamos no colo para comer, começamos a pôr-te o babete ou vês o prato de sopa/papa à frente, começas logo a entoar a cantilena de meia zangada meia “despacha-te mas é com isso e dá-me de comer”. Depois, é sempre a aviar, sem nunca te calares totalmente e sempre, sempre, sempre, a dar aos pés e às pernas. Tal é essa energia!

As tias favoritas 22062008


A discussão de quem é ou não a tia favorita nós deixamos para as tias. Tu, preferes todas, n’é? Na verdade, não podia ser de outra maneira. Nunca vi bebé linda mais mimada!!! Tens a grande e enorme vantagem de seres o primeiro bebé “do grupo”, ainda para mais, uma menina!!! Menina que se pode encher de fitas, vestidos, sapatinhos, óculos de sol super in (obrigada tia I.), boleros, conselhos e, claro está, muito muito colo e muitos muitos muitos beijos! Assim de repente tens, pelo menos, 6 tias favoritas e 1 madrinha. Todas babadas e loucas por ti.

Algumas, até disputam o primeiro lugar no teu coração J não é tias J e R?

Diz lá que não és uma sortuda!!!

Primeiro casamento 21062008


Hoje tivemos o casamento da Filipa (=B.) e do Miguel. Foi o “teu primeiro casamento”.

Indumentária: vestido rosa choc de pregas e laço à frente por baixo do peito e sabrinas prateadas com laçarote, super fashion!

Para a mamã foi um dia puxado… de muita emoção e lágrima ao canto do olho!!! Quanto a ti linda… bom, deu para termos mais certeza ainda de que tu queres é passeio e festa!

A cerimónia ajudou: para primeiro casamento, tivemos direito a 30 minutos dentro da Igreja, pois nem foi dada missa. Estiveste lindamente, ao colo do pai, a olhar para todo o lado, a mexer no relógio fluorescente da ti S., enfim, até palraste como se estivesses em casa, o que ainda deu para umas risotas nos bancos circundantes.

Ah, claro está…toda a gente de gabou. “Que boneca!”, “Que princesa que vocês aqui têm!”, “Que morenaça!” “Que bonequinha!”, “Que gira!”. E nós, enfim, a precisar de um alguidar para nos babarmos à vontade – passo a expressão.

Lá fora apresentamos-te a algumas pessoas, de notar, ao pai H. Notei que ficou um pouco emocionado, tal como eu.

Depois fomos para o copo de água. Levámos o carrinho. Ainda dormiste meia hora antes de entrarmos para a sala, na zona do jardim e longe da música. Quando acordaste, estreaste-te no primeiro boião de fruta (teve mesmo de ser, além de que te demos a sopa em casa e a papa em casa da tia-avó M). Para variar marchou o boião quase todo – e era grandinho,”para 6 meses”.

Passados às mesas, estiveste muito bem, divertida, bem disposta, ao colo da mãe, do pai, da tia S.

Quando achámos que, 6 meses depois já podíamos ter direito a umas horas de festa, aproveitámos o facto do casório ser em Lisboa e decidimos ir deixar-te em casa da avó M.

Tu dormiste até às 3h (mais ou menos) e nós dançámos até às 3h.

E assim foi: o primeiro casamento e o primeiro boião de fruta. Um grande beijo aos noivos.

O teu nome 20062008


Já reconheces o teu nome! Que giro! Se estás a comer ou a brincar e te chamarmos “fofinha”, bebé, mimocas, pocahontas, ou qualquer outra, em princípio ficas na tua. Mas se te chamarmos pelo nome, olhas para nós a rir!!!!!!!!! Nunca me passou pela cabeça que fosse acontecer tão cedo.

A nossa Índia 20062008

Com seis mesinhos estás de facto um espanto. A última: o pai põe dois dedos à frente da tua boca, bate devagarinho e então começas a “cantarolar” aaaaahhhhhh. O resultado da dupla é o famoso som “à Índio”. É qualquer coisa!!!

Seis meses de amor… de paixão 20062008

Hoje fazes seis meses. As páginas que antecedem este post, mais as páginas que compõem os teus diários desde o início da minha gravidez, nunca conseguirão exprimir o que verdadeiramente sinto. Posso reduzir e dizer: é amor completo, total e verdadeiro por ti; é paixão. Contudo, isso não revela tudo, é apenas o sentimento maior que dizem existir para descrever. Há muito mais. De bom e de preocupante. Poderia estar aqui horas, com toda a certeza que as palavras iriam ser muitas, que demoraria horas… Não o vou fazer. Quero só dizer-te três coisas: parabéns, amo-te, foste o melhor que nos aconteceu (estou certa que já o disse antes).

Papá! Papá! 19062008

O teu pai lembrou-se, de há umas semanas para cá, que lemos algures que os bebés da tua idade já apreendem tudo. Nomeadamente no campo dos sons. Até aqui tudo bem, é algo bem lembrado… A questão é que, sempre que pode, repete ao teu ouvido “Papá! Papá!”. Como diz o teu tio K., lolololol!

O pai em alta voz 19062008

De amanhã temos um ritual as duas: quando acordamos, ou melhor, quando já estamos as duas acordadas, telefonamos ao pai. Regra-geral estamos as duas deitadas na cama dos papás, para o telefonema. Assim, estás de barriga para baixo, na tua posição favorita e eu, ao teu lado, ponho em alta voz quando o pai atende o telemóvel. Começas por olhar para mim, depois para o telefone. Quando ele fala mais um bocadinho, é dar às pernas, aos braços e abrir a boca para os teus largos sorrisos até ele desligar. Reconhece-lo perfeitamente. Menina do papá!

Sestas e soninhos 19062008

Parece que, finalmente, alargaste os teus sonos de beleza. Dos paupérrimo 30´ para, pelo menos, 1horita. Agora a regra já é: 1 hora de sono seguido durante o dia. Como as regras têm excepções e, as excepções fazem as regras, ainda dormes meia hora de vez em quando, mas também, hora e meia ou duas horas. Bem bom, já dá uma sesta mais descansada e um bom soninho.

Negligência parental, eheh 18062008


Hoje acordaste com um arranhão… Um senhor arranhão. Penso que nunca tínhamos dado com um tão grande. Mesmo debaixo do nariz. O pior que tudo é que não fazemos a mais pequena ideia de como foi ele aí parar… Com o teor das notícias que se vão ouvindo hoje em dia, ainda nos acusam de negligência… Eheh.

Miminhos 18062008

Estás mesmo uma “mimocas”. E ainda bem… Ao nosso colo, abres os bracinhos e enrolas o nosso pescoço com eles, depois esfregas a carinha na nossa e abres a boca para uns “beijos” babados. Não há melhor… acredita.

Aniversário do pai 17062008


O papá fez anos hoje.

Como era dia de festa tirou férias para estar connosco. Foi também dia de vacinas, já que a mãe prefere sempre que as leves no colo do pai, que não se põe e chorar se tu choras… Assim, aproveitámos – também só faltam 3 dias para fazeres 6 meses.

Foi um dia de festa e cheio de motivos para sorrir e novidades tuas. Ora comprova:

- enquanto o pai te dava a sopa adormeceste ao colo dele, com a colher na boca. Ahahahah! Inédito! Só foi pena não ter conseguido fotografar a cena;

- viraste-te de barriga para cima: ou seja, já te viravas de barriga para baixo, agora consegues voltar a ficar de “papo para o ar”;

- à tarde, antes do banho e de irmos para o jantar de aniversário com a família, adormeceste a chuchar no dedo, mais concretamente, no polegar da mão esquerda. Será que vais seguir as pegadas da mãe… L

- ao jantar fartaste-te de fazer festinhas (das tuas, cheias de unhadas e arranhões) ao primo J.

Ainda não ajudaste o pai a soprar as velas mas, para o ano, tenho a certeza que não falhas J

O pai, além de mais velho (hihihi), celebrou o primeiro aniversário na qualidade de pai, mais babado e orgulhoso que nunca, por tudo isto e… bem, basta olhar para ti.

As crianças e os cachorros 16062008


É certo e sabido (pelo menos para quem já teve cachorrinhos) que estes fazem lembrar muito, em variadíssimas coisas, os bebés e vice-versa. Hoje foi um fartote… Estavas no tapete de actividades, de barriguinha para baixo a brincar com a bonecada toda, quando o pai me chama a correr e diz “vem vê-la!”. Estavas a morder a bola de borracha e, quando levantavas a cabeça, conseguias mantê-la na boca, sem deixar cair! Qual proeza!!! Ahahahahah.