1.ª
reunião do ano lectivo com Prof. A primeira frase sobre ti foi “a Margarida quer
o Mundo inteiro com uma só dentada!” E depois sorriu enormemente. Acha-te uma
menina muito interessada, com muito brio no que fazes. Disse que não perdias
pitada e que tinha a certeza de que para ti não há dificuldades. Ele não as tem
nem as sente em relação a ti. Disse que falavas pelos cotovelos – sobretudo à
hora de almoço, que estavas sempreeee com um sorriso, que eras enérgica,
expedita. Exemplificou como te sentavas na cadeira e ria-se enquanto dizia: … porque tem de controlar tudo, não lhe pode
falhar nada! Disse que eras muitíssimo interessada, que fazias depressa e
bem, que quando acabavas um trabalho agarravas logo em mais uns quantos de uma
vez. Disse que podias parecer distraída mas que na verdade não achava nada
preocupante porque apanhas tudinho. Esteve sempre com um sorriso franco
enquanto falou de ti. Deixou-nos completamente orgulhosos do teu trabalho,
empenho, da tua aprendizagem, maneira de ser e de estar. Saímos de lá
inchadíssimos, felizes. Garantiu que eras genuína (o que sabemos bem lá em casa
e achámos o máximo ele também concordar). Disse várias vezes que estavas a ir
lindamente, que não tinha qualquer motivo de preocupação e que estava certo em
como vais triunfar. (25102013)
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quarta-feira, 19 de março de 2014
terça-feira, 14 de maio de 2013
Minha querida filha,
Pulos e pinotes, correrias,
cambalhotas, rodas, dança, dança em pontas, pinos, subidas às árvores, às
redes, às redes metálicas (as que não são para subir); às construções de
madeira (tudo isto e, preferencialmente, sempre de saia ou vestido)… Mesmo que
as tuas rodas – tal como as tuas cambalhotas – já sejam perfeitas e o teu
equilíbrio seja cada vez maior, cada vez que os fazes fora de sítio/ambiente
próprios pode (e dá com muita frequência) asneira… E não me refiro a asneira
por te porem de castigo ou levares um ralhete,
por sujares a roupa ou esfolares o joelho. Falo em quedas. Quedas algumas
relativamente graves. Quedas que resultam em nódoas negras diárias, hematomas,
pés torcidos, feridas, arranhões, lábios em sangue… Sim, é verdade que eu
também andava sempre pendurada em cordas, redes, construções de madeira e
ferros, levava o balancé ao limite (estando eu de pé e não sentada) até bater
no ferro de cima… É verdade que – talvez por isso mesmo – andei muitos anos na
ginástica acrobática onde podia desforrar-me nos trampolins, tapetes e cama
elástica, com mortais, flic-flacs e
afins. Também é verdade que, se por um acaso fores pelo mesmo caminho,
provavelmente deixarás de fazer tanta “maluquice” fora do ginásio (leia-se, no
recreio, no jardim, em casa). O problema é que, até lá, pode correr mal. Isso é
que nós não queremos. A penúltima que me lembro foi vires com uma dor nas
costas por teres dado uma pancada no comboio da escola (que é de madeira) em
virtude de uma cambalhota – onde claramente não é suposto fazer-se nada mais do
que estar sentada. A última é a dor
que tens no peito desde 5.ª feira (ainda que só te lembres dela à noite)
porque, em sítio idêntico, decidiste… dar uma cambalhota… Será pedir muito que
saltes e danças e dês cambalhotas nos locais e horas próprias? E as tuas pernas?
Senhores as tuas pernas… E em casa? Saio da sala com o aviso de “tira os pés da
parede, o sofá não é para fazer pinos”. Volto a entrar na sala a correr porque
oiço no quarto a tua cabeça a bater na parede ou no chão… Mas porquê??? Este
fim-de-semana o tio J. deu-te um sermão (e enquanto médico). Não sei se servirá
de alguma coisa. Prometeste ao seu lado que ias tentar fazer menos destas
coisas. Valha-nos essa promessa à frente dele e de todos os que estavam à mesa.
A tia C. advertiu para o facto de, um dia num hospital, acharem que era capaz
de ser demais tanta mazela e chamarem a segurança social!!!!! Certo, a tia
estava a brincar e riu-se e tudo… Mas é que não é nada que não me tenha já
ocorrido! Oh menina do meu coração… mais devagar por favor. Ass. Mãe
extremamente preocupada.
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
9 de Maio de 2013
O dia em que furaste as orelhas.
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Your preschooler - four year old, 10th month
Learning responsibility: Having something to dote on, like a plant or pet, is great training for your child's budding sense of responsibility. That doesn't mean you should bring home a puppy just yet, unless you plan to do most of the work yourself. Your child is far from ready to take full responsibility for an animal. What she is ready for, though, is a chance to help out with small jobs that make her feel useful and teach her what living things need.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Baptismo
Uma semana depois de comemoramos o 1.º aniversário do nosso bebé cá de
casa, a cerimónia foi de branco. Juntámos o dia dos vossos baptizados num só,
entrando as duas neste caminho da vida eterna, em conjunto. Num ambiente e numa
Igreja tão familiar, a cerimónia foi linda. O nosso querido Pde. A. esteve,
como sempre, fantástico, na escolha das palavras, nos sorrisos, nas
brincadeiras, na seriedade, no acolhimento na casa de Deus e também nos seus
abraços calorosos. Gostámos muito. Vocês estiveram lindas, muito bem
comportadas. Tu, já com 4 anos, muito ciente da importância do momento e do
dia, e tu, muito sorridente e, sobretudo, sempre muito atenta. Maria dançaste sempre
que o coro cantou ou se ouviu o som da guitarra. Aplaudiste, distribuíste
sorrisos. Depois do baptismo, fomos passar uma tare fantástica entre família e
padrinhos, à beira do verde, do sol, das melhores das conversas. Revimos os
mais distantes ou que menos vezes temos oportunidade de ver. Aproveitámos o
vosso dia especial, para oficializar aqueles que tanto gostamos e que em enorme
consciência convidámos para vossos padrinhos há 4 anos e há um ano atrás,
aproveitámos para reunir os que nos são mais próximos e mais queridos. Foi um
dia lindo e feliz. Parabéns meus amores. Fica gravado (na memória e através da
câmara da máquina fotográfica) o vosso dia 3 de Junho.



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segunda-feira, 7 de maio de 2012
Das melhores
E dizia eu...
Eu: Não podes falar assim com o pai, nem com a
mãe, tens de obedecer e fazer o que te pedimos. Não podes estar sempre a
refilar, a contrariar e a dizer que não fazes, não vais ou não queres. Tens
de...
Tu: Mãe posso dizer uma coisa?
Eu: Podes. Diz lá.
Tu: O que tu estás a dizer... interessa! Mas é muito chato...
Pois que não tive reacção nem resposta e para não
me desmanchar mesmo ali ao teu lado
fiquei muito quietinha e calada...
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Há 3.ª...
... não foi de vez. És
boa boca, gostas de tudo o que te damos excepto (até ver) de morangos. Mais ou
menos doce, mais ou menos cortados, com mais ou menos açúcar. Não vão.
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sábado, 21 de abril de 2012
Mãe eu não sei conduzir!!!
Tu: Não quero mais sopa.
Eu: Tens de comer toda.
Tu: Mãe tu mandas em ti e eu é que mando em mim.
Eu: Achas que sim?
Tu: Sim.
Eu: Então comes o que quiseres. Depois lavas os
dentes, deitas-te e amanhã acordas e vestes-te e vais para o colégio.
Tu: (De lágrimas nos olhos) Mas mãe eu não sei
conduzirrrrrr!
Eu: Vais a pé.
Tu: Mas é longe.
Eu: Não. É muito perto.
Tu: Mas eu não sei ir!!!
Eu: Não chores, a mãe está a brincar. Sabes que
não é que eu mande em ti ou no teu corpo. Eu sou responsável por ti e tenho de
me certificar de que cresces, aprendes e um dia sabes cuidar de ti sozinha. Mas
ainda falta.
Tu: É quando?
Eu: Aos 21 és totalmente “dona de ti própria” e
já conduzes também.
Tu: Mas tu não tens 21, tens 33!
Eu: É dos 21 em diante. Eu já fiz 21, 22, 23…….
33!
Tu: Ah…
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