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terça-feira, 1 de junho de 2010

É só a brincar...


Tu: Vou-me zangar contigo. Vou pôr-te de castigo e dar-te uma palmada!
Papá: Vais?
Tu: É só a brincar…
Onde é que nós já ouvimos isto… :-) 

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Queixinhas!

O papá dá-te um “tau-tau” depois de uma valente asneirinha tua, corres pela casa à minha procura a choramingar, de ar ofendido. Quando me encontras dizes de lágrimas nos olhos mamã, papá dê pámada. Quando sou eu a zangar-me fazes o mesmo e corres para o papá. Na verdade, dá-nos sempre vontade de rir, embora nunca o façamos. Perguntamos-te o que fizeste e lá dizes o que foi. Explicamos-te que é por isso que recebeste a reprimenda ou te deram uma palmada. Muitas vezes te incitamos a pedires desculpa, o que acaba por acontecer. O certo é que, quando percebes que fizeste asneira à séria, ficas no teu canto a choramingar. Espertalhona!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Palmada...

... mal dada. Fiquei para morrer. Só não desatei a chorar à tua frente e te peguei ao colo, por uma enorme força de vontade para “não estragar tudo”. Foi ainda antes de virmos de férias e, como infelizmente nem sempre conseguimos manter a calma, dei-te uma palmada no rabo, por cima da fralda. Na verdade, assim o achava. Deitaste as bolachas que tinhas na mão e que tinhas pedido à avó M. para te dar, ao chão. Deitaste uma, duas, três vezes. Avisei-te que não se deitava nada para o chão, menos ainda comida. Avisei-te três vezes. Voltaste “à carga” uma 4.ª vez. Nessa altura disse-te que, se atirasses uma vez mais para o chão, levavas uma palmada. Olhaste-me nos olhos, esticaste os braços e, sem tirares os olhos dos meus, atiraste as bolachas com toda a força para o chão. Após isto, viraste-me as costas e começaste a andar. Disse-te que levarias uma palmada e dei-te uma, por cima da fralda. No momento em que o faço, viraste e acerto-te na perna. Ficaste super ofendida, choraste prolongadamente e agarraste-te à perna. Enfim, fiquei para morrer. Felizmente que, quando acalmaste, pediste-me colo. Acedi de imediato, estava muito mais infeliz e “dorida” que tu...

terça-feira, 21 de julho de 2009

Há uns dias…

Ao meu colo, pela enésima vez, atiraste a chucha para o chão. Levaste uma palmada na mão. Não choraste, mas ofendeste-te. Assim que a avó M. abriu a porta gritaste:
- Pámada. Mamã, pámada!
Pois… Teve de ser, a mamã deu-te uma palmada…