Tu gostas s-e-m-p-r-e de
ajudar a mana, de lhe pegar ao colo (nós não queremos mas é-te basicamente
indiferente pegas sempre que nos distraímos), de lhe dar beijos, de lhe ensinar
palavras e números, de brincar com ela e, sobretudo, de rires com a mana à
gargalhada (de preferência com as vossas conversas de… enfim, próprias da
idade). Mas há dias em que estás mesmo empenhada. Tão empenhada que me dizes: mãe hoje vou chegar a casa e ser a irmã mais
velha!I Eu acho imensa graça a esta tua frase. O facto de seres a irmã mais
velha já ninguém te tira (nem que quisesses ahahah), mas compreendo o que
queres dizer. Nestes dias dás o teu melhor. Não descolas da tua Mary e fazes tudo o que ela te pede,
tudo para a agradar. Até tentas mesmo adivinhar o que a mana poderá querer ou
gostar e antecipas-te aos seus pedidos. E eu… bom, acho o máximo. Mesmo.
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Irmã mais velha
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terça-feira, 2 de abril de 2013
Sleep over II
Foi há
1 ano a primeira dormida cá em casa. Sábado passado repetiu-se a experiência. A
mesma amiga, a mesma cumplicidade, a mesma felicidade. Os vestidos, sais,
sapatos e sapatilhas voltaram a sair do roupeiro para se dividirem pelas duas
(comparando com as vezes que os vestes sozinha, a confusão de facto é muuuuuito
maior com duas). Não tivemos que intervir em nada, nunca se zangaram e, quando
houve discórdia, resolveram-na entre vocês. Voltaram a partilhar o quarto, por
uma meia hora até a mesma cama, entre gargalhadas e segredos. Partilharam
segredos, abraços, brincadeiras e beijos. Dançaram, pintaram, leram histórias,
viram filmes e comeram pipocas. Passados 10 minutos da A. sair de nossa casa,
arranjaste um pretexto para uma enorme birra. Quando consegui que falasses de
maneira a que eu entendesse disseste entre lágrimas tenho saudades da A.!!! :-)
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Cucu sis!
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
A minha maninha
Desde que começaram as aulas que a maninha bebé demonstra uma paixão pela tua mochila de rodinhas. Insiste em brincar com ela em casa de um lado para o outro, em levar, trazer, puxar, ter e agarrar quando saímos de casa ou do carro com ela. Um destes dias de manhã ficou a chorar porque a levaste contigo para o colégio. Ficaste incomodada e disseste-me decidida:
- Mãe tenho uma ideia: tiras a minha roupa da mochila porque eu já sou dos 5 anos, já não faço xixi nas cuecas e damos a mochila à maninha para ela não ficar triste. Boa?
Boa. Desde então que a mochila é da mana, e é quase maior que ela :-).
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terça-feira, 31 de julho de 2012
Your preschooler – four year old, eighth month
Teaching
to share: The ability to share nicely doesn't appear overnight. It comes in
baby steps. So just because you witness a generous act one day - and you will,
and you'll be thrilled - doesn't mean that you should expect perfect sharing the next. Building on small advances will
encourage generosity to become both a habit and, in time, a personality trait.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Aprender custa
Sejam ciúmes da mana que
tens de começar a aprender a gerir; seja porque não te fizemos a vontade ou apenas
porque sim, sempre que algo não te agrada levantas a mãozinha… e bates. Arranhas,
apertas, gritas. Perante a reprimenda a tais actos por parte da mamã ou do papá
vemos aparecer um enorme beicinho e desfazes-te em lágrimas e num choro
profundo, ofendidíssima connosco. Calculo que creias que não há direito em
ralhar com o bebé da casa, com a princesa mais novo, que nem fala ou anda
ainda :-). É verdade, em parte tens razão. Contudo temos
mesmo que fazer os possíveis para que entendas que, por pior que seja a
situação em que nos encontramos, não podemos ripostar por meio de arranhões.
Espero uns minutos e acabo por te cobrir de beijos, dar um xi apertado,
dizer que já passou. E aí… Pimba, levo outra! Como quem diz:
ralhaste-me? Então cá vai disto! Apre!!!
sábado, 21 de abril de 2012
Em defesa da mana
A mana bebé consegue magoar. Com as suas unhinhas
afiadas (mesmo que acabadas de cortar), com toda a força que faz quando agarra
os nossos cabelos e com a facilidade com que nos dá beliscões pela cara. Nos
últimos dias tenho-lhe dito que não pode ser, não é Maria? Não pode bater, nem
arranhar. Não, não! Não se faz. E faço cara feia ou agarro-te a mão e
ponho-a para baixo. Sempre que te ofendes e desatas num pranto, muito ofendida
com as reprimendas vens tu em sua defesa. Ontem dizias-me:
Tu: Mãe, ela não faz nada por mal!
Eu: Margarida a mana tem de ir percebendo o que
está certo e o que está errado. A mãe tem de a repreender.
Tu: Não. A Maria é bebé e não sabe o que faz.
Eu: Margarida tens uma arranhão enorme na cara…
Tu: Não foi a mana, foi no colégio.
(E não foi. Foi mesmo à minha frente há dois
dias atrás).
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