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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Algures em Outubro passado

- Mãe hoje dei um beijinho na boca do Francisco…

Ai, enfim… Porque será que só me lembrei desta hoje… (17042014)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

A Xalomé

A Salomé é a tua amiguinha de eleição. Não és uma menina fácil de se enturmar, de falar com quem conheces pouco, de iniciar uma brincadeira. Mas gostas de companhia, apesar de te entreteres sozinha com facilidade. És reservada, tímida, envergonhas-te e, se te apanham desprevenida, chegas mesmo a ficar em pânico e entras num choro soluçante em segundos, que só acalma nos braços da mãe ou do pai. Sim. Ainda assim, a Salomé – ou como tu dizes tão amorosamente, a Xalomé – é uma menina da tua idade de quem gostas. Falas muito nela, praticamente diariamente, contas em como brincaste no jardim, com o balde, em como apanhaste flores ou comeste maçã, com a tua amiga Salomé. Quando te pergunto se gostas dela, respondes com um enorme sorriso xim!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A Luana e tu

O ano passado fomos aos Santos populares num cantinho relativamente sossegado em Lisboa. Nessa noite conheceste a Luana. Tu e a Luana brincaram toda a noite. Entre bolinhas de sabão, espadas luminosas com efeitos sonoros, o jogo da apanhada entre outras brincadeiras foi amizade à primeira vista. Comeram farturas e pipocas. Este ano voltámos ao mesmo espaço. A Luana e tu acabaram por se reconhecer. Desta vez passaram a noite aos saltos num insuflável. Comeram farturas e riram muito outra vez. Na hora de irmos para casa não querias. Expliquei que era tarde. Prometemos que voltaríamos um outro dia dessa semana, dado que os Santos populares tinham acabado de “começar”. Deste-lhe um abraço apertado e prometeste-lhe que voltariam a brincar. Tal como prometido voltámos uns dias depois. Voltaram a brincar muito. Os pais da Luana são feirantes. Estão nos Santos em trabalho e a Luana, por ali anda todo o dia, toda a noite… e isso, não faz qualquer diferença. E isso deixa-me muito feliz. Sejas sempre assim. Vejas sempre o que realmente interessa. 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

As bactérias são bichos coloridos


Tu: Oh mãe eu vi a bactéria no nariz da C.!
Eu: Como?
Tu: Sim, a sério eu vi. Era vermelha e amarela!
Eu: Incrível… Não tinha ideia…

terça-feira, 2 de abril de 2013

Sleep over II

Foi há 1 ano a primeira dormida cá em casa. Sábado passado repetiu-se a experiência. A mesma amiga, a mesma cumplicidade, a mesma felicidade. Os vestidos, sais, sapatos e sapatilhas voltaram a sair do roupeiro para se dividirem pelas duas (comparando com as vezes que os vestes sozinha, a confusão de facto é muuuuuito maior com duas). Não tivemos que intervir em nada, nunca se zangaram e, quando houve discórdia, resolveram-na entre vocês. Voltaram a partilhar o quarto, por uma meia hora até a mesma cama, entre gargalhadas e segredos. Partilharam segredos, abraços, brincadeiras e beijos. Dançaram, pintaram, leram histórias, viram filmes e comeram pipocas. Passados 10 minutos da A. sair de nossa casa, arranjaste um pretexto para uma enorme birra. Quando consegui que falasses de maneira a que eu entendesse disseste entre lágrimas tenho saudades da A.!!! :-)

domingo, 3 de março de 2013

Ainda dos dentes


Ao que parece já tens alguns coleguinhas a quem começaram a cair os dentes. Eu diria que é daqueles cenários que todos têm a secreta esperança que não lhes aconteça. Quiçá os meus dentes já nasceram fortes o suficiente para não necessitarem de ser substituídos… Pois, mas aparentemente estou errada. Desde o início do  ano que o tema dos dentes de leite é recorrente, lá em casa. Ontem foi a vez da tua amiga B. - caiu à hora de almoço! – e não o engoliu?? – não mãe, estava a dar a última dentada numa maçã, mas percebeu e agarrou o dente. Deitou imenso sangue! – ah, pois, mas não dói nada… ou se doer, é muito pouco, apesar do sangue. – pois. Sabes eu também tenho um dente a abanar, este aqui da frente. – sim já me tinhas dito… mas tens a certeza? É que não parece… - está, está! E sabes que depois a fada do dente traz um presente e o macaco do dente uma moeda! – macaco? Tem graça, da fada dos dentes sempre ouvi falar, lembro-me inclusive de também ter sido presenteada quando caiu o meu primeiro dente, agora um macaco?? – sim! Também há um macaco!  Aparentemente alguém deseja muito que lhe caia um dente… 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Poderá a amizade passar de pais para filhos? :-))

Quando nos encontramos, é como se estivéssemos estado juntas há apenas horas atrás. Quando vocês se encontram, correm uma para a outra e dão abraços cheios de gargalhadas. Quando nos encontramos, pomos a conversa toda em dia. Quando vocês se encontram, andam de mão dada. Quando nos encontramos, sentimo-nos felizes. Quando vocês se encontram, ficam radiantes. Quando nos encontramos trocamos confidências. Quando vocês se encontram, trocam desenhos e beijinhos. Quando nos encontramos (muitas das vezes) lembramos velhos tempos. Quando vocês se encontram sussurram segredos ao ouvido uma da outra. Quando nos encontramos sabe-nos sempre a pouco e combinamos, de preferência, o próximo encontro. Quando vocês se encontram, não querem jamais despedir-se e pedem para ficarem em casa uma da outra. Há amizades assim. Das boas. Daquelas em que a distância em km nada faz senão aumentar saudades. Há amizades assim e o meu desejo, é que a vossa seja eterna… como a nossa.