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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Que se abra um buraco no chão neste instante para eu me enfiar lá dentro - nível 1

(Notas: Montegordo; depois de jantar; em pleno passeio; gente à nossa volta).
- Papá: Agora vens às cavalitas do pai porque a mãe está com dores nas costas.
Tu: Dói cotas à mãe muito!
Papá: Pois. E nós temos de tratar bem da mamã não é?
Tu: Xim.
Papá: Pois temos.
Tu: Tatar bem pipi da mãe.

Como?!?!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Que se abra um buraco no chão neste instante para eu me enfiar lá dentro - nível 2

No toldo ao lado do nosso uma menina olhava para ti. Quando reparaste nisso, cumprimentaste-a.
- Olá menina.
A menina continuou a olhar para ti, sem responder. E tu tentaste:
- Qué bincar?
Não ouvi resposta da menina, mas ouvi um sonoro pum… teu... Felizmente creio que fui a única… Uffff.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Que se abra um buraco no chão neste instante para eu me enfiar lá dentro - nível 2


Esplanada da praia, ao almoço. A mana afasta.se e fica junto a uma mesa onde está sentado um casal. Olha para eles e sorri. Eles sorriem. “Metem-se” com ela. Ela ali fica. Demora-se ali mais tempo do que seria o normal nestas situações. Eu apercebo-me porque. Começo a chamá-la. O papá faz o mesmo. Ali fica, sorrindo para o casal que continua a achá-la o top da simpatia. Chegas ao pé dela e dizer (alto e bom som):
- Anda Maria, vem para ali. Não vens?... Ah, estás a fazer um cocózinho não é? Pois é!!! 

Que se abra um buraco no chão neste instante para eu me enfiar lá dentro - nível 1


No Hospital a pagar uma consulta, convosco ao lado, pergunta-te a senhora:
S.: Como te chamas?
Tu: Margarida.
S.: É um nome lindo.
Tu: E a outra chama-se Maria.
… … … A outra??? 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Nova "etiqueta" no blogue

Creio estar na altura – na verdade já vou atrasada -  de inserir uma nova “etiqueta” neste blogue. Vou intitulá-la “Que se abra um buraco no chão neste instante para eu me enfiar lá dentro". Exacto meninas, falo das (inúmeras) situações em que os pais são envergonhados... pelos filhos. No caso concreto, situações em que eu ou o pai sintamos que o que valia mesmo era um buraco abrir-se no chão para podermos desaparecer, depois de uma saída/cena/asneira vossa. Em alternativa, eu ou o pai poderemos apenas assobiar para o lado pretendendo que à nossa volta se pense que as criaturinhas que ali estão não nos “pertencem” ou, ainda, comentar para a senhora ao lado qualquer coisa como "de facto hoje em dia os pais não sabem educar os filhos". Este marcador tem vários níveis (há passar vergonha e ... passar vergonha…). O nível 1 identificará os casos em que a vergonha é relativa. São os casos em que leva a que pai ou mãe teçam um comentário e/ou a um rubor da face. O nível 5 identificará aquelas situações em que sentimos verdadeiramente que naquela hora poderíamos ter feito tudo, excepto sair de casa com vocês... E posto isto…