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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Aprender custa

Sejam ciúmes da mana que tens de começar a aprender a gerir; seja porque não te fizemos a vontade ou apenas porque sim, sempre que algo não te agrada levantas a mãozinha… e bates. Arranhas, apertas, gritas. Perante a reprimenda a tais actos por parte da mamã ou do papá vemos aparecer um enorme beicinho e desfazes-te em lágrimas e num choro profundo, ofendidíssima connosco. Calculo que creias que não há direito em ralhar com o bebé da casa, com a princesa mais novo, que nem fala ou anda ainda :-). É verdade, em parte tens razão. Contudo temos mesmo que fazer os possíveis para que entendas que, por pior que seja a situação em que nos encontramos, não podemos ripostar por meio de arranhões. Espero uns minutos e acabo por te cobrir de beijos, dar um xi apertado, dizer que já passou. E aí… Pimba, levo outra! Como quem diz: ralhaste-me? Então cá vai disto! Apre!!! 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Malandra!!!


Há semana e meia atrás...
Olhei para ti por acaso. Ficaste séria a olhar-me. Então olhei-te nos olhos, não estava a perceber mas algo se passava. Começaste com um risinho nervoso. Perguntei várias vezes a sorrir: o que foi? O que foi? Diz lá... Nada, continuaste a sorrir... de boca fechada. O que é que tens na boca? Abres a boca e deitas a língua de fora fazendo aparecer... uma pastilha. De onde tiraste isso? Apontaste para cima do aparador da entrada. Margarida dá-me a pastilha. Mas eu quero, estou só a chupar. Dá-me. Deste. Não se tira sem pedir nem às escondidas da mãe. Além disso ainda não tens autorização para provar pastilhas elásticas. Resultado: castigo, 5 minutos no quarto a pensar. Ah pois é... está bonito.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Vergonhaça

“Quem tem filhos tem sarilhos”. Já diz o ditado. Cá por casa ainda não nos podemos queixar. Ainda não nos meteram em sarilhos. Mas no outro dia, para a mamã começar a ter o ditado em mente e não ter (grandes) surpresas, numa loja de bebé, estávamos as três numas compras para a maninha e tu insistias que querias um colar (mais um). Já tinhas escolhido uma pulseira e eu tinha deixado claro que não levaria mais nadinha. Estou a pagar quando, pelo canto do olho, vejo qualquer coisa que não fazia muito sentido. Olhei melhor e estavas com um ar concentrado enquanto arrumavas o colar no carrinho da mana, assim, escondidinho, por baixo do “ovo”. Ai!!! Foi quase a vergonhaça total Margarida! Lá tivemos a conversa sobre o certo e o errado, o levar sem pagar, o respeitar a loja e o seu dono e os outros, o respeitar a mamã e, claro, a conversa importantíssima sobre os alarmes que as lojas têm à porta...

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Joguinhos


Começaste a desconversar (já não me recordo o que dizíamos exactamente) e eu comecei a explicar-te que não podia ser assim...
Tu: Não quero saber dessa conversa para nada.
Eu: Não quer... (respirei fundo). Não queres ouvir mas é importante. E não deves falar assim com a mãe.
Tu: Mãe se tu não és minha amiga eu sou amiga do pai!!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Noites a saltar para a nossa cama

Parece que estamos melhor. Houve uma altura, há cerca de um mês, que era certinho… Todas as noites ias lá parar. Ou pelo teu pé, ou porque chamavas alguém que, ensonado, se levantava e nem pensava: pegar-te ao colo, voltar à cama, ferrar outra vez. E voilá! Levavas sempre a melhor. Não que incomodes muito – ou melhor, sempre, porque cheguei a acordar com uns pontapés teus (embora não intencionais, claro) – mas a verdade é que não é vantajoso para nenhum de nós os 4. Agora parece ser menos frequente ou, pelo menos, quando acontece é já manhã…

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dás-nos música


A última de que te lembraste para adoptar em diversas situações é qualquer coisa!!! Não imaginas a vontade com que ficamos de rir. Por exemplo:
Eu: Margarida, se voltas a falar no crepe já não o comes. Entendeste?
Tu: Sim.
Eu: A mãe já te disse que sim, mas para esperares um bocadinho.
Tu: Ok.
Passados uns segundos
Tu: Um quepe, eu quero um quepe, um quepe bommmmmm, pa eu comerrrrrr – cantas.
Olho para ti e dizes: Mamã só estou a cantar. É uma música sobre quepes!

sábado, 29 de janeiro de 2011

A minha filha… como dizer…

… … rosna. Como nos últimos tempos já percebeste que não podes chamar nomes (chata(o), má(u), por aí) e também te fizemos ver que não é por não estares de acordo connosco ou não gostares do que lhe estamos a dizer que podes, pura e simplesmente,  gritar (como chegaste a fazer algumas vezes) adoptaste uma nova técnica: rosnar. Pois é. A minha primogénita rosna. Perante uma ordem nossa, um não, um está quieta, arregalas os olhos na nossa direcção, e ouvimos-te rrrhhhhhhhh. Hilariante!!!