Sabias que este Verão
não entraste no mar nem ao colo... Bom, na verdade entraste ao colo, umas duas
vezes, porque estavas a ficar entupida do nariz e quisemos que desses uns
mergulhos. Mas entraste contrariada. Mergulhaste e saíste. Não insistimos. E
foi isto: à beira mar toooodo o Verão… Entre castelos, forminhas, e “megulhos”
com água pelo tornezelo (megulhos que só tu consegues!). Tudo a seu tempo,
verdade?
Mostrando postagens com marcador medos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador medos. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Medos
Andas
com “medos” há uns dois meses ou três. Tens medo do escuro. Não queres ir
sozinha nem à casa de banho, nem ao teu quarto, desde alguma das luzes esteja
desligada. Se ouves um barulho a que não estás habituada perguntas de imediato
do que se trata. Falas de medo em fazer “isto ou aquilo”, coisas que sempre
fizeste ou que, pelo menos, em relação às quais nunca te demonstraste
desconfortável. Temos tentado desvalorizar. Vou contigo onde queres, acendo as
luzes, explico que a ausência de luz é apenas isso. Tiveste uma fase em que
falavas em cobras. Explicámos-te onde vivem, dos ambiente que gostam e que, na
cidade, dentro de casa, dificilmente se encontram. Parece que em relação às
cobras acalmaste. Seja como for, o medo do escuro em particular, os medos em
geral continuam. Veremos como evolui. Estamos atentos meu amor.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Medos
Andas
numa fase de medos. Não sei se será apenas própria da idade ou se tem a ajuda
de alguma conversa ou conversas que possas ter tido no colégio. Talvez o facto
de teres visto um filme ou outro (Alice no País das Maravilhas do Tim Burton
e o Scrooge, encanto de Natal – lembro-me destes dois que gravámos e
viste nos últimos dias), que embora tenha visto contigo,. Podem ter despoletado
também alguma coisa. Talvez não, até porque começaram já há uns tempos. A
verdade é que acordas de noite com frequência, dá ideia que por causa de
pesadelos. Mas pior que isso, não queres ir a parte nenhuma da casa sozinha,
mesmo com todas as luzes acesas, pedes companhia para fazer o que quer que seja
noutra divisão da casa em que não estejamos. E quem conhece a nossa casa saberá
dizer… não há motivo para te sentires propriamente sozinha. Às vezes não dás
pela minha saída do quarto e oiço-te gritar ou rir muito alto enquanto corres
até à cozinha, onde me encontro. Nunca recuso ir contigo quando me pedes, não
obstante explicar-te sempre que não há razões para medo. Vamos ver se daqui
para a frente os medos desaparecem.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Sozinha
Educar não é fácil. Como qualquer educador – calculo eu – há temas com que lido melhor que outros ou, de outra forma, que consigo ter reacção/resposta mais fácil. O tema da morte nunca me fez muita confusão quando por ti interpelada. Tentei sempre explicar de forma simples e clara, sem grandes rodeios, mas também terminando o assunto assim que achei que estava explicado, não dando azo a medos ou grandes conversas. Há uns meses, contudo, fiquei atrapalhada. Não dei parte fraca e relativizei, mas creio pelo facto de não antever o tema fulcral da conversa, não foi para mim fácil controlar a situação. Disseste-me que ias ao quarto mas que não querias ir sozinha. Lá fui contigo, tendo em conta que sei bem que os medos fazem parte da tua idade e sempre considerei que para enfrentá-los mais tarde sozinha, agora deves fazê-lo connosco. Já estavas no quarto quando entrei na casa de banho (mesmo em frente). Começaste a chorar, a dizer que te deixava sozinha. Eu nunca te deixo sozinha, disse eu, estamos as duas em casa e tu estás no teu quarto, mas eu estou logo aqui. Não gosto que me deixem sozinha, retorquiste. E eu continuei dizendo que eu e o pai nunca te deixaremos sozinha, num sítio que não conheças ou numa situação. Nem quando eu for muito crescida? Perguntaste. Quando fores muito crescida farás tudo, ou quase tudo, sozinha. Já não terás medo e será normal. O choro continuou e eu sem perceber porquê, até que disseste: mas depois vocês morrem e eu fico sozinha! Tentei desdramatizar, disse que faltava muuuuuito tempo para isso, que não pensasses nesse assunto. Mudei de conversa, brinquei, lavámos os dentes e fomos para a cama ler-te uma história. A verdade é que fiquei com um nó na garganta até eu adormecer…
Etiquetas:
coisas tuas,
explicação,
medos,
os porquês,
sentimentos,
ser mãe é...
segunda-feira, 14 de maio de 2012
O que fizeste ao meu pai???
Ontem o papá entrou na
casa de banho com barba e saiu de lá… sem ela. Resultado? Além de estar agora
mais fresquinho para o tempo quente J
provocou em ti um enorme beicinho, muitas lágrimas e uns vinte minutos para
recuperar a tua confiança. É que assim que se chegou ao pé de nós alapaste-te
ao meu colo e já não quiseste sair. Choraste e choraste. Olhavas para ele que
falava contigo dizendo-te sou eu, o papá, só cortei a barba… e
encostavas a tua cabecinha no meu ombro e choravas. Pensavas obviamente que
algo de muito se estranho se estava a passar. Afinal, estava alguém no teu
quarto que andava como o teu pai, falava como o teu pai, soava ao teu pai,
cheirava ao teu pai… mas estava muito diferente. :-)
Etiquetas:
aprender,
bebé,
conceitos,
curiosidades,
e tu,
Maria,
medos,
menina do papá
Vamos lá esclarecer bem
Sexta-feira passada eu tive um jantar e o papá
teve outro. A avó M. foi até lá a casa para ficar convosco. Eu sai primeiro, o
meu era às oito. O papá saiu mais tarde, o dele era às nove e pouco. Depois de
eu sair perguntaste ao pai:
- Vocês estão separados?
Ui! Não! explicou o papá. Só temos
dois jantares e a mamã vai a um e eu vou a outro, só isso. E descansaste. :-)
segunda-feira, 7 de maio de 2012
There is no such thing as monsters? Right?...
Tu: Mãe eu não quero ir ao quarto.
Eu: Então porquê?
Tu: Está ali um monstro mãe!
Eu: Ai estás? Então convida-o para jantar
connosco, deve estar com fome, afinal são horas de jantar...
E
tu ris-te.
Tu:
Para jantar?!
Eu:
Claro. Até fazes um amigo novo.
Ris-te mais. :-)
Etiquetas:
coisas tuas,
converseta,
da creche à faculdade,
faz de conta,
medos,
saídas,
sorrir
Assinar:
Postagens (Atom)
