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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Birras


Fazes todos os dias, ou não estivesses tu a meio dos teus 3 anos maravilhosos :). Pelo menos 1 por dia e no máximo - eu diria… - umas 5. Já provaste que consegues condensar 3 numa hora… São birras típicas: ou por um motivo menor, motivo esse que eu ou o pai tentamos que entendas que não é válido ou, sendo, que não vale uma lágrima nem esforço. Motivo pelo qual, após as nossas tentativas para que não lhe dês relevância, lutas entre lágrimas e choro forçado, por vezes berros; ou porque te contrariámos, dissemos que não tinhas razão numa qualquer pretensão ou te pedimos – sem negociação – que fizesses algo (como pedir desculpa à mana ou cumprimentar alguém). Birras que demoram em média uns 10 minutos. Birras que acabam invariavelmente contigo a pedir colo, de olhos vermelhos e ranho pela cara. Birras às quais tentamos sempre acudir da mesma forma “quando quiseres falar, acalmas-te, paras de chorar e nós conversamos sobre isto”. Birras que enfim, terminam. Birras após as quais te sentas no meu colo e concordas “fiz uma birra”. Birras a que, já no colinho, desmistificamos e concordamos que não valeram a pena, como poderiam ter isso evitadas e combinamos que não voltam a repetir-se (tudo calmamente e ao colinho). Birras que de facto não se repetem… não nos 10 minutos seguintes pelo menos :). (10102014)

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

8 e 80


Das duas, uma: ou defendes a mana fervorosamente ou embirras com ela até mais não. Connosco dás sempre troco - entenda-se, resposta - normalmente em tom de ameaça ou em jeito de grunhido....rerrrrr. Também nos dizes que estamos a ser “mal educados” ou que “vamos de castigo”... Pois.... Creio que os terrible two chegaram perto dos 3 anos.... Somos capazes de ter uns terrible three and four!!! (17042014)

Manas ;-)

Dói-te a barriga todos os dias... Ah, mas sempre entre as 7h30 e as 8h30 da noite. Bom, coincidentemente, a dor dá-te sempre quando te sentas à mesa... E dizia ontem o pai:
- No dia em que tiveres mesmo dores… (pausa)…
Eu continuei em pensamento 'como vamos saber distinguir?'
(continuou o pai) … azar! Vai doer-te e lembras-te que é melhor não inventares sempre!
Ou isso, pensei eu...
A mana interveio quando já choravas a tentar convencer o pai que as dores eram reais:
- Pai, estou pieocupada com a mana.
Depois de perceberes que não adiantava e mesmo depois de tentares com 'pai, dá-me outra oportunidade!' lá jantaste tudo como sempre! Minutos depois brincavas e rias com a Maria que, aliviada, te perguntava: 'Tás feliz mana! 'Tás feliz!'

:))) (17042014)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Tirem-me (quase) tudo, mas não me tirem a sopinha

Um destes dias, em virtude de estares mal da barriga e, chegada a hora do jantar eu perceber que apenas tinha sopa de legumes para te dar, resolvi não te dar sopa para não arriscar piorares. Ainda por cima, o jantar era peixe e tu adooooras peixinho. Pois... Quando te comuniquei que não irias comer sopa começaste a choramingar. Desdramatizei. Começaste a chorar até implorares por sopa… Exactamente! Lá trouxemos sopinha, pouca. Demos-te umas quatro colheres e “a sopa acabou, agora o peixinho!” Enganem-me que eu gosto. Mas qual acabou qual quê! Outra choradeira. Comeste a sopa toda e só depois aceitaste – de bom grado – o peixinho. E foi isto.

domingo, 3 de março de 2013

Dos dentinhos


Andas aflita dos dentes nos últimos dias. Domingo passado lá se descobriu o motivo e não é pequeno! Um pré-molar do lado esquerdo. E são nove os marotos agora que se podem ver na tua boca :-).

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mau feitio

Os maus feitios... Vá, os feitiozinhos especiais, sobretudo de quem está a dar os primeiros passos no Mundo e a lidar com uma palavra que tem muitíssimo que se lhe diga (o “não) têm destas coisas… Há uns três meses atrás, sentada na tua cadeira da papa começavas a jantar. Tendo em conta que tinhas uma colher na mão e eu outra na minha, insisti em pôr-te o babete, o que nunca é fácil. Eu punha e tu puxavas e eu voltava a pôr e tu voltavas a puxá-lo. Depois comecei a dizer-te que não podia ser, que tinhas de pôr o babete. Tu começaste a ficar visivelmente irritada e a guinchar… Eu insisti – porque quem manda sou eu e porque te irias sujar todinha, pois claro. Vai daí, não estás com mais conversas: estava eu com a mão junto a ti a segurar o babete e toca de me dares uma valente dentada no dedo… mindinho. Quando digo valente refiro-me a ter ficado automaticamente de lágrimas nos olhos, não conseguir pensar em mais nada senão em que o meu dedo teria que sair da tua boca e eu não deveria puxá-lo (a menos que quisesse mais dores). Valente ao ponto de ter ficado inchado durante umas horas… Que fofinha bebé!!! Ahahah.