Fazes todos os dias, ou não estivesses tu a meio dos teus 3 anos
maravilhosos :). Pelo menos 1 por dia e no máximo - eu diria… - umas 5. Já provaste que
consegues condensar 3 numa hora… São birras típicas: ou por um motivo menor,
motivo esse que eu ou o pai tentamos que entendas que não é válido ou, sendo,
que não vale uma lágrima nem esforço. Motivo pelo qual, após as nossas
tentativas para que não lhe dês relevância, lutas entre lágrimas e choro
forçado, por vezes berros; ou porque te contrariámos, dissemos que não tinhas
razão numa qualquer pretensão ou te pedimos – sem negociação – que fizesses
algo (como pedir desculpa à mana ou cumprimentar alguém). Birras que demoram em
média uns 10 minutos. Birras que acabam invariavelmente contigo a pedir colo,
de olhos vermelhos e ranho pela cara. Birras às quais tentamos sempre acudir da
mesma forma “quando quiseres falar, acalmas-te, paras de chorar e nós
conversamos sobre isto”. Birras que enfim, terminam. Birras após as quais te
sentas no meu colo e concordas “fiz uma birra”. Birras a que, já no colinho,
desmistificamos e concordamos que não valeram a pena, como poderiam ter isso
evitadas e combinamos que não voltam a repetir-se (tudo calmamente e ao
colinho). Birras que de facto não se repetem… não nos 10 minutos seguintes pelo
menos :). (10102014)
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
8 e 80
Das duas, uma: ou
defendes a mana fervorosamente ou embirras com ela até mais não. Connosco dás
sempre troco - entenda-se, resposta - normalmente em tom de ameaça ou em jeito
de grunhido....rerrrrr. Também nos
dizes que estamos a ser “mal educados” ou que “vamos de castigo”... Pois.... Creio
que os terrible two chegaram perto
dos 3 anos.... Somos capazes de ter uns terrible
three and four!!! (17042014)
Manas ;-)
Dói-te a barriga todos
os dias... Ah, mas sempre entre as 7h30 e as 8h30 da noite. Bom,
coincidentemente, a dor dá-te sempre quando te sentas à mesa... E dizia ontem o
pai:
- No dia em que
tiveres mesmo dores… (pausa)…
Eu continuei em
pensamento 'como vamos saber distinguir?'
(continuou o pai) … azar!
Vai doer-te e lembras-te que é melhor não inventares sempre!
Ou isso, pensei eu...
A mana interveio
quando já choravas a tentar convencer o pai que as dores eram reais:
- Pai, estou pieocupada com a mana.
Depois de perceberes
que não adiantava e mesmo depois de tentares com 'pai, dá-me outra
oportunidade!' lá jantaste tudo como sempre! Minutos depois brincavas e rias
com a Maria que, aliviada, te perguntava: 'Tás feliz mana! 'Tás feliz!'
:))) (17042014)
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Tirem-me (quase) tudo, mas não me tirem a sopinha
Um destes dias, em virtude de estares mal da barriga e, chegada a hora do jantar eu
perceber que apenas tinha sopa de legumes para te dar, resolvi não te dar sopa
para não arriscar piorares. Ainda por cima, o jantar era peixe e tu adooooras
peixinho. Pois... Quando te comuniquei que não irias comer sopa
começaste a choramingar. Desdramatizei. Começaste a chorar até implorares por
sopa… Exactamente! Lá trouxemos sopinha, pouca. Demos-te umas quatro colheres e
“a sopa acabou, agora o peixinho!” Enganem-me que eu gosto. Mas qual acabou
qual quê! Outra choradeira. Comeste a sopa toda e só depois aceitaste – de bom
grado – o peixinho. E foi isto.
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domingo, 3 de março de 2013
Dos dentinhos
Andas aflita dos dentes nos últimos dias. Domingo passado
lá se descobriu o motivo e não é pequeno! Um pré-molar do lado esquerdo. E são
nove os marotos agora que se podem ver na tua boca :-).
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Mau feitio
Os maus
feitios... Vá, os feitiozinhos especiais, sobretudo de quem está a dar os
primeiros passos no Mundo e a lidar com uma palavra que tem muitíssimo que se
lhe diga (o “não) têm destas coisas… Há uns três meses atrás, sentada na tua
cadeira da papa começavas a jantar. Tendo em conta que tinhas uma colher na mão
e eu outra na minha, insisti em pôr-te o babete, o que nunca é fácil. Eu punha
e tu puxavas e eu voltava a pôr e tu voltavas a puxá-lo. Depois comecei a
dizer-te que não podia ser, que tinhas de pôr o babete. Tu começaste a ficar
visivelmente irritada e a guinchar… Eu insisti – porque quem manda sou eu e
porque te irias sujar todinha, pois claro. Vai daí, não estás com mais
conversas: estava eu com a mão junto a ti a segurar o babete e toca de me dares
uma valente dentada no dedo… mindinho. Quando digo valente refiro-me a
ter ficado automaticamente de lágrimas nos olhos, não conseguir pensar em mais
nada senão em que o meu dedo teria que sair da tua boca e eu não deveria
puxá-lo (a menos que quisesse mais dores). Valente ao ponto de ter ficado
inchado durante umas horas… Que fofinha bebé!!! Ahahah.
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