Eheheheh! Se celebrámos das últimas duas vezes, desde terça para cá que mais motivos temos. Depois da mensagem da avó terça-feira à tarde, à noite ao telefone voltou a dizer-me que tinhas voltado a fazer xixi no bacio. Depois, recebi nova mensagem na manhã seguinte, cedinho, mal tu acabaste de acordar. Ontem à tarde, comprei-te um bacio novo e não deixaste de o estrear! Hoje, a grande evolução: o primeiro cocó no bacio! Parabéns bebé! Que crescida!!! Soube-o da mesma forma… aqui fica o sms que a avó mandou: Mamã fiz cocó grande bacio sou linda”. : - ) E és mesmo!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Igual!
Sempre que penso em ti…
Sais ao pai


Dia 5 de Julho fomos à consulta dos 18 meses (e meio). Resumindo a C. disse-nos: já começou a sair ao pai… Ah pois é! Estás óptima, crescida, desenvolvida, fantástica e continuas fisicamente equilibrada, mas deixaste o percentil 50 que te acompanha desde que ainda estavas na minha barriga. Agora, estás no percentil 75 da cabeça aos pés, em altura e peso… Aliás, basta pensar que já medes mais da metade da minha altura… : - )
Etiquetas:
consultas,
corpo,
evolução,
parecenças,
tu
terça-feira, 21 de julho de 2009
Faxer, Hum???
Quando te preparas para fazer uma das tuas “asneirinhas” perguntamos-te: o que estás a fazer? Hum? Normalmente ris-te e repetes: faxer, hum? Agora temos a versão abreviada: o que estás a fazer? – perguntamos. Tu respondes logo a rir: Hum?
LOL!
De maçã na mão
Papá: Filha está a comer a maçã com casca.
Tu: Casca.
Papá: Gostas da maçã com casca?
Tu: Casca.
Papá: Gostas da maçã com casca?
Tu: Eu góto.
Etiquetas:
alimentação,
coisas tuas,
evolução,
fala,
preferências
SMS
Há precisamente 45’ recebi a seguinte mensagem da avó M.:
Mamã fiz xixi no bacio.
Mamã fiz xixi no bacio.
Outra vez! Estou tão orgulhosa! Está quase! Daqui a pouco, já será todos os dias!
Etiquetas:
coisas tuas,
evolução,
novidades,
o bacio e a sanita
"19 month old"
This month, you'll notice that your toddler's powers of observation are getting sharper. She'll laugh at something that's obviously wrong — like calling a giraffe a zebra or calling a brother a sister. And she'll notice when a favourite toy is missing an eye or has lost a patch of fur. Her language skills are maturing, too. Although you may understand less than half of what your toddler says, she understands most of the words you use around her. She may also put together pairs of words, like "Me go" or "You put". The best way to encourage her budding speech? Talk to her.
Tal e qual...
Check!
No carro, depois de entrarmos e geralmente antes de começarmos a andar é quase sempre assim:
- Mamã?
- Sim filha.
- Papá?
- Sim Margarida.
- (silêncio)Pões a chucha e sorris. Está tudo, podemos seguir! : - )
- Mamã?
- Sim filha.
- Papá?
- Sim Margarida.
- (silêncio)Pões a chucha e sorris. Está tudo, podemos seguir! : - )
Há uns dias…
Ao meu colo, pela enésima vez, atiraste a chucha para o chão. Levaste uma palmada na mão. Não choraste, mas ofendeste-te. Assim que a avó M. abriu a porta gritaste:
- Pámada. Mamã, pámada!
- Pámada. Mamã, pámada!
Pois… Teve de ser, a mamã deu-te uma palmada…
Etiquetas:
coisas tuas,
feitio,
palmadas,
traquinices
terça-feira, 14 de julho de 2009
Ontem
Cheguei a casa da avó e ela disse logo para me contares o que tinhas feito. Percebi que tinha sido asneira, mas esperei que me levasses ao “local do crime” pela mão.
- Então filha, o que é que fizeste?
- Patiste! Patiste! Luz!
- O que é que partiste? O candeeiro, foi?
- Olha, olha! Maguida patiste.
- Pois, já vim que partiste já…
- Então filha, o que é que fizeste?
- Patiste! Patiste! Luz!
- O que é que partiste? O candeeiro, foi?
- Olha, olha! Maguida patiste.
- Pois, já vim que partiste já…
Despesas à parte, só tive vontade de rir! Muito bom filha!!!
No fim-de-semana passado
- Gui o que é isto que tens aqui? – perguntei eu, enquanto limpava o teu pescoço com uma compressa embebida em soro.
- Pescocho. (Pois claro que é o teu pescoço, mas que pergunta a minha!)
- Nito? – perguntas tu sobre o boneco que levavas na mão.
- Sim Margarida, o teu boneco é muito bonito. – Respondi eu. Então, agarraste-o nos braços e apertaste-o contra o peito muito feliz.
- Chegados ao nosso andar, abre-se a porta do elevador e exclamas enquanto apontas de dedo espetado para o número na parede: xinco! Xinco!
Durante todo o fim-de-semana o insucesso na aprendizagem do que não deves fazer e do facto de nós nos zangarmos foi enorme! Frustrante mesmo! Em vez de te resignares, repetes tudo o que dizemos:
- E agóia?
- Não faz ixo!
- Tás faxer?
- Pescocho. (Pois claro que é o teu pescoço, mas que pergunta a minha!)
- Nito? – perguntas tu sobre o boneco que levavas na mão.
- Sim Margarida, o teu boneco é muito bonito. – Respondi eu. Então, agarraste-o nos braços e apertaste-o contra o peito muito feliz.
- Chegados ao nosso andar, abre-se a porta do elevador e exclamas enquanto apontas de dedo espetado para o número na parede: xinco! Xinco!
Durante todo o fim-de-semana o insucesso na aprendizagem do que não deves fazer e do facto de nós nos zangarmos foi enorme! Frustrante mesmo! Em vez de te resignares, repetes tudo o que dizemos:
- E agóia?
- Não faz ixo!
- Tás faxer?
…. ...
Etiquetas:
bonecos,
coisas tuas,
evolução,
fala,
feitio,
novidades,
preferências
Muito educadinha : - )
Ouves-nos espirrar e prontamente dizes: xantinha! O “obrigada” é já raro não dizeres e quanto ao xaxabor (= se faz favor) já o vais dizendo muitas vezes. À entrada de casa limpas os pés no tapete quando te lembramos que o faças e sempre que estás a comer, ofereces de bom grado! Enfim, pormenores, eheh.
Tagarela!
Neste campo é certo e sabido a quem foste sair… Damos muitíssimas vezes contigo a falar, falar, falar, sozinha ou com os teus bonecos; a brincar ou a veres os teus livros. Muitas coisas não percebemos, mas já entendemos muitas delas e é muito engraçado ouvir como repetes as nossas conversas ou aquilo que te dizemos a ti. Além disso, quando te diriges a nós (ou a outras pessoas) já te explicas tão bem e com frases tão grandes, que damos por nós embasbacados a olhar para ti, enquanto tu repetes e repetes até teres uma resposta. Estás uma autêntica “tagarela”! Linda filha!
Etiquetas:
brincadeiras,
coisas tuas,
evolução,
fala,
novidades,
parecenças
“Já paxou?”
Cais, magoaste, ou bates com a perna, a cabeça ou a mão, de imediato vens ter connosco e pedes beijinho. Depois, mesmo quando nem acertamos no lugar do “dói-dói” dizes de seguida já paxou? Ao que respondemos: já passou sim. Sorris e voltas ao que estavas a fazer. O máximo!!! Tão querida.
Etiquetas:
coisas tuas,
evolução,
miminhos,
novidades,
quedas
Fase de mau feitio
Há dias em que de manhã, assim que acordas – e ainda nem chegámos ao teu quarto – ouvimos-te: à não, à não, à não… Depois atiras com a chucha para fora da cama com toda a força e se te tentamos pegar ao colo ou perguntar-te o que tens, ainda gritas mais! Pronto, não. Seja lá porque for…
Fim-de-semana ganho!
Logo sábado de manhã, ficamos com o fim-de-semana “ganho” quanto te ouvimos dizer o que dizes, com ar sincero e sorriso na cara. O papá chegou ao pé de ti (não me recordo se acabado de acordar ou de tomar banho) e tu exclamaste com grande excitação: o meu papá! Depois foi a minha vez, Antes de sair de casa, de mão dada, fomos as duas ao meu quarto onde te disse que ia só buscar um casaco. Já de casaco vestido, olhaste para mim e disseste: linda, linda! É de derreter qualquer um! : - )
Etiquetas:
coisas tuas,
evolução,
miminhos,
sentimentos
Melhor ainda seria...
Num dos sábados em que fomos à ginástica de manhã, quando saíamos do carro em direcção ao ginásio, olhaste atentamente para a porta do mesmo. Ao meu colo, olhaste para mim, tiraste a chucha da boca e perguntaste paia? Eu respondi-te que não seria possível ir nesse dia à praia, mas que íamos à ginástica e à tarde passear. Conformaste-te. Puseste de novo a chucha na boca e foste feliz e energicamente para a aula, como sempre. Já lá dentro e a meio da aula, era muito mais divertido ver quem estava do lado de lá da porta de vidro. Agarravas a maçaneta e pedias para eu abrir a porta, porque vias outros meninos e meninas do lado de fora, não obstante os muitos que te acompanhavam na aula. Pois é, muito mais divertido do que ir à ginástica é ir à praia e, muito melhor do explorar um ginásio já conhecido, é conhecer que está por detrás da porta de olhar curioso!
Etiquetas:
actividades,
explorar,
praia,
preferências,
tu
Para dormir
Queres o meu colo, às vezes. Outras pedes a cama e que me deite ao teu lado ou fique juntinho a ti, mesmo que ajoelhada no chão. Depois, enquanto te viras de um lado para o outro, chamas por mim vezes sem conta mamã, mamã! Vais abrindo os olhos, confirmando que ali estou e sorris, apertando-me mais a mão. Depois ajeitas a chucha e fechas os olhos novamente. Quando te está a custar mais adormecer, pedes abachinhos e apertas o meu pescoço, com os teus bracinhos à sua volta. Depois, viras a cara na direcção da minha e pedes beichinhos. A vontade que tenho, é que a noite não acabe nunca…
Etiquetas:
coisas tuas,
miminhos,
sentimentos,
soninhos
Delicioso…
O amor visto pelas Crianças
«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.» (8 anos)
«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.» (4 anos)
«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.» (5 anos)
«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.» (6 anos)
«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.» (4 anos)
«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.» (7 anos)
«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.» (8 anos)
«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.» (7 anos)
«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (6 anos)
«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.» (6 anos)
«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.» (5 anos)
«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.» (7 anos)
«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia.» (4 anos)
«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.» (7 anos)
«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se.» (8 anos)Um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa, depois de ter visto o senhor a chorar, foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse: "Nada, só o ajudei a chorar".
sexta-feira, 3 de julho de 2009
A M O – T E
Amo-te. Cada vez mais. Amo-te há 2 anos, 3 meses, 1 semana e 6 dias. Minto. Talvez te ame desde há 10 ou 15 anos para cá. Amo-te a cada pulsar. Amo-te a cada batimento cardíaco. Mais. Amo-te a cada segundo que passo pela vida. Amo-te em cada sorriso meu ou teu. Amo-te a cada toque da minha pele na tua. Amo-te mais a cada inspirar. Amo-te a cada cheiro teu. Amo-te a cada ondular do teu cabelo escuro. Amo-te a cada acordar. Mais. Amo-te mais a cada adormecer. Amo-te a cada dia de sol, de chuva, de vento ou de nuvens no céu. Amo-te a cada palavra que te dirijo. Amo-te mais a cada palavra que te oiço. Amo-te a cada grito de alegria. Amo-te a cada sorriso e a cada lágrima teus. Amo-te mais a cada sorriso meu, porque a ti os devo. Amo-te mais a cada lágrima minha feliz ou triste. Amo-te muito mais a cada lágrima tua. Amo-te mais em cada brincadeira tua ou nossa. Amo-te mais a cada abraço, a cada canção de embalar, a cada história. Amo-te mais do que a mim própria. Amo-te hoje e sempre. Amo-te mais do que há pouco… A M O – T E, de corpo e alma inteiros.
Contagem
(Na cama, antes de ires dormir, apontaste para os bebés e disseste qué bebé!)
Eu: Queres todos os bebés?
Tu: Todos.
Eu: Escolhe dois, está bem?
Tu: Dois.
Eu: Então quais é que escolhes?
Tu: Um (pegando num), dois (pegando noutro).
Eu: Pronto, dois bebés!
Tu: Não, qué tês!
Eu: Queres todos os bebés?
Tu: Todos.
Eu: Escolhe dois, está bem?
Tu: Dois.
Eu: Então quais é que escolhes?
Tu: Um (pegando num), dois (pegando noutro).
Eu: Pronto, dois bebés!
Tu: Não, qué tês!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
M.J.
Mesmo que já não possas vê-lo num qualquer concerto, mesmo que já não oiças falar dele como eu tanto ouvi, mesmo que já não queiras ter muitos dos seus cds (ou discos!), mesmo que para ti não vá ser um ícone musical, um modelo de dança a seguir ou um ídolo (musical), mesmo que te refiras sempre a ele como “da altura dos meus pais”… ainda assim, não deixes de ouvir a sua música e, sobretudo, de o procurar, para o veres em espectáculo, em dvds ou nos vídeos do youtube. Não houve nem haverá músico e dançarino assim: Michael Jackson. Vê aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=Qy8S9VQ8OhY
http://www.youtube.com/watch?v=QkjtctcuQ9Q
http://www.youtube.com/watch?v=PmN0dwDR1wo
http://www.youtube.com/watch?v=ACPsfcsg4ZE
http://www.youtube.com/watch?v=Qy8S9VQ8OhY
http://www.youtube.com/watch?v=QkjtctcuQ9Q
http://www.youtube.com/watch?v=PmN0dwDR1wo
http://www.youtube.com/watch?v=ACPsfcsg4ZE
As tuas favoritas de ultimamente
Andar para trás – costuma dar mau resultado…
Andar à roda – também não é raro acabares no chão…
Dar comida aos bonecos, embalá-los, pô-los a dormir, levá-los ao colo – deliraste quando me lembrei de “lavar os dentes e pôr a fralda” à boneca Joana antes de irem as duas dormir. Depois, à semelhança, tentaste pôr-lhe a chucha.
Sempre que comes adoras dar-nos a partilhar da tua comida – mas tens de ser tu a levar o garfo à boca, senão não vale.
“Mini Me”
Sexta-feira a avó M. comentou comigo que quando te observava só “me via a mim” quando tinha a tua idade. Ajuda o corte de cabelo “radical” – sim, a avó cortava-me sempre o cabelo SUPER curto! Mas não como o teu está, era mesmo “à rapaz”! Mas não só as expressões. Disse-me que tudo a faz lembrar: o corpo roliço; o andar; o seres tão despachada e correres a toda a hora; teres começado a andar tão cedo e tanto, a falar cedo e a explicares-te tão bem; as tuas brincadeiras, até no banho… Enfim, as fotos não falham como a memória poderia enganar. Fui vê-las e há algumas parecenças. Lembro-me também das histórias que me contam e tem tudo a ver. Apesar de tudo e, muito honestamente, és muito mais bonita do que eu era. Além disso, são notórios os traços físicos e de feitio do papá. Felizmente! Que mamã babada!
Por observação
Em todas as aulas de ginásticas o prof., ou prof.ª, reforça a ideia que as crianças na tua idade seguem os exemplos que têm consigo em praticamente tudo. Assim aprendem e evoluem. Na ginástica não é diferente, pelo que, torna-se fundamental não só estarmos na aula convosco a acompanhar-vos, mas fazer os exercícios tanto quanto possível. Na aula passada tive contigo a primeira prova disso. Não que até agora não seja costume eu fazer os exercícios para tu me acompanhares, mas a sensação que tenho é que os costumas achar demasiado fáceis e/ou demasiado desinteressantes. Assim, fazes o que queres e quando queres e não porque eu o faço. Regra geral, passas a aula sem os fazer e, chegada a casa, é um instante! Bom, mas desta vez, depois de estares na barra pendurada – qual macaquinha – em que deixaste o prof. boquiaberto porque chegavas praticamente com os pés às mãos (que seguravam a barra) e a dizer repetidamente: ela tem imensa força de abdominais! De facto o objectivo é eles acabarem por fazer isto sozinhos… mas ela já tem imensa força nos abdominais! – depois disto, convenci-te a ir dar cambalhotas. Não querias senão saltar em cima do colchão. Então decidi exemplificar e disse-te: olha para a mamã. Vou fazer uma cambalhota. Ficaste expectante. Fiz. Quando terminei disse: viste? Agora é a tua vez. Bem dito, bem feito. Foi automático. Resultado, esta aula consegui de ti, todas as cambalhotas que eu consegui fazer! :-)
Etiquetas:
actividades,
coisas tuas,
corpo,
evolução,
parecenças
26 Junho, dia oficial do Bacio :-)
A meio da tarde recebi um telefonema da avó M. De início até estranhei, costumo ser eu a ligar, mas depressa percebi que era para dar uma novidade. E foi mesmo! Fizeste xixi no bacio, pela primeira vez!!! UAU!!! A técnica foi aquela que já vamos utilizando e que costuma resultar noutras coisas. Acordaste da tua sesta e, como naturalmente fazes com certeza xixi quando acordas, a avó mostrou-te que o teu bebé estava no bacio. Agora era a tua vez, uma vez que ele já tinha feito. Começaste por pegar no teu bebé careca e voltaste a sentá-lo no bacio. A avó voltou a dizer agora és tu Margarida, ele já fez xixi. Então, lá te resolveste sentar-te também e fizeste! Seguiu-se grande festa, muitas palmas, parabéns e fotos da avó M. e do tio K. Até tiveste direito a um bocadinho de chelado, aconselhado e devidamente autorizado por mim, para que registasses o momento como uma grande vitória e a repetir! Estavas muito feliz. Quando cheguei à tarde e te perguntei onde tinhas feito xixi respondeste-me bachio! Que linda!!! Estás mesmo crescida!!!
Custa tanto...
Quinta-feira passada, de manhã, só querias o meu colo e andavas atrás de mim para onde quer que eu fosse em casa… Depois, quando sai do carro e te fui dar beijinhos de “até logo” voltaste a pedir colo e tentaste sair da cadeira a choramingar… Custa horrores…
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
“Sam Sam”

Novos desenhos animados que te deixam boquiaberta à frente da TV. Não consigo entender porquê é que te despertam tanta adoração. Talvez seja o “Sam Sam”. A linguagem é um pouco “espacial” e específica e as histórias não têm grande ligação com o quotidiano. Seja como for, junta-se ao Noddy e ao Ruca como os preferidos. O Sam Sam tem um urso de estimação que é o Samursito. Adoras quando o papá te chama Samursita! Deliras e entendes perfeitamente a brincadeira. Escrevo sobre estes desenhos, não tanto por terem entrado para a tua “lista” de favoritos. Escrevo porque tens, de facto, “saídas” dignas de um post e, uma das últimas, prende-se com estes desenhos animados. A música do genérico do Sam Sam diz qualquer coisa como: Sam Mamã, Sam Papá, eles são o melhor que há. Há cerca de semana e meia, demos por tia a chamares-nos por Sam Mamã e Sam Papá!!! Verídico! É claro que respondemos logo Sam Maguida ou Samursita, para dar continuação à brincadeira. Desde então tem-se mantido. O Sam Papá e a Sam Mamã – nos desenhos – são obviamente os pais do Sam Sam. Entretanto, há dois dias foi ainda mais giro. Depois de chamares o papá por Sam Papá, ele responde: Sam Mamã, Sam Papá… e tu retorquiste: é o cá! (Que é como quem repete a música na parte “eles são o melhor que há”)!!! Lindo! Agora dizes muitas vezes e continuas a achar enorme piada à brincadeira da família Sam Sam! By the way, são heróis do espaço!!! : - )
Concerto Quinta da Piedade
O concerto para bebés no fim-de-semana passada foi mais giro que o habitual, pelo simples facto de estarmos em plena Serra de Sintra, ao ar livre, mais concretamente, na quinta da Piedade. É uma quinta lindíssima, cheia de verde, recantos florais e espaços frescos. Como não poderia deixar de ser, gostaste muito do concerto. O enfoque foram os instrumentos de sopro, confesso que não fixei o nome. Mas gostaste. Dançaste, andaste pelo meio do “palco” e chegaste mesmo a ir sentar-te longe da mamã, ao lado de uma senhora e bebé respectivo que, por qualquer motivo, te chamou a atenção. A tua “saída” mais divertida foi mesmo ires atrás do comboio no final. O “comboio do adeus”, por assim dizer, que em todos os concertos é formado pelos músicos, cantores e bailarina no fim do espectáculo e que dá azo à sua saída de palco. Ao ver-te acreditei que parasses antes de das escadas… mas não. Por ti continuarias a subir atrás deles. LOL! Tão independente…
Etiquetas:
actividades,
feitio,
música,
parecenças,
preferências
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Mia e Manena
Manena: é assim que tratas a tua miga do peito Madalena.
Mia: é assim que a tua amiga chama por ti.
Uns doces!
Mia: é assim que a tua amiga chama por ti.
Uns doces!
Sem palavras
Este fim-de-semana, ao colo da mamã, com as mãozinhas na minha cara a fazer festas ouvi-te…
Bnita! Bnita … Haverá melhor coisa no mundo? Não há.
“Barulha”
Infelizmente são muitas as motas que se ouvem passar ao lado de casa. Vale a pena só para te ouvir dizer: mota barulha! Sim querida, a mota faz muito barulho… À semelhança do sumo (=suma), barulho também dizes no feminino…
Roda, roda, roda!
Sexta-feira passada cheguei a casa da avó M. para te ir buscar e estavas dentro do parque a comer maçã, assim precavida da gulodice do Lago : - ) Quando me viste a alegria foi tal que puseste-te em pé a dançar. Depois, começaste a andar à roda. Gostavas tanto da brincadeira que o fazias até caíres com as tonturas! Enquanto giravas sobre ti própria dizias roda, roda, roda! Perguntei quem te tinha ensinado a andar à roda – foi a Mané! Já em casa voltaste a fazê-lo, mas o mais curioso, foi que, sentada no sofá com duas peças de um jogo na mão, tentavas rodá-las totalmente e dizias roda, roda, roda. Conceito apreendido!
Etiquetas:
brincadeiras,
coisas tuas,
dançar,
evolução,
novidades
Fã do BUS
Nunca pensei! LOL! Bem, a ideia é mesmo essa: nunca tinha pensado nisto, pois se o tivesses feito, chegaria à óbvia conclusão de que não poderia ser de outro modo. Adoras andar de autocarro! Pois claro: é grande, vai com mais gente, vais ao colo da avó sentada junto à janela, dá imensos solavancos e trepida muito mais que um carro, em suma, é muitíssimo divertido! O metro ainda não experimentámos, mas desconfio que és capaz de não gostar tanto, sobretudo se não gostares do barulho. Mas o autocarro… bem! Adoras. É ao ponto de não quereres sair, nem por nada. Sais a chorar… Que bom. Será que durará muitos anos esta alegria toda em andar no BUS?! D-ú-v-i-d-o… : - )
Etiquetas:
coisas tuas,
novidades,
passeios,
preferências
“18 month old”
Eighteen months is a coming of age for your child. Many parents say that this is when they stop thinking of their child as a baby. One tangible sign that your child has left babyhood behind is his new sensory awareness that helps him hold in urine or bowel movements. Starting about now, keep a potty seat around so your child can gradually get used to the idea of using it. Don't force the pace, though — while some toddlers may be showing signs that they're ready to try, many others won't be ready until 24 months or even later.
… … …
Dia de festa
4.ª feira passada foi dia de festa, ou não fossem os 30 anos do Papá! De manhã não consegui a mesma proeza que ele conseguiu nos meus 30: que lhe desses os parabéns. É o que dá ainda só fazeres o que queres e quando queres. Com o presente foi diferente. Disse-te: vai dar este presente ao papá. Ele faz anos, tens de dar-lhe os parabéns. Pegaste no presente e foste muito contente bater à porta da casa de banho. Quando ele abriu, estendeste-lhe o presente com ar muito feliz. Nesse dia foi dia de jantarada com a malta! No dia seguinte, foi dia de jantar em família, com direito a risadas, bolo – bolo a mais menina Margarida! – cantar os parabéns, soprar as velas, estar com os tios e avós. Foi dia de festa porque era o aniversário do papá. Na verdade, com um pai destes todos os dias são dias de comemoração. De rebolar no chão; de cócegas, beijinhos e abraços; de gargalhadas e mimos; de colinho e abracinhos; de palavras ternas; de ensinar; de jogar jogos, ler livros e ver desenhos na TV; de dar papá, leitinho e pão de manhã. Todos os dias são felizes porque o temos nas nossas vidas. O teu papá.
Parabéns ao papá por 30 aninhos. Parabéns pela pessoa que é e se tornou. Parabéns por toda a força e responsabilidade que tem e suporta com extrema leveza e ânimo. Parabéns pela inteligência e trabalho árduo que tem e dedica a cada coisa que faz. Parabéns pela amizade e amor incondicionais que por nós tem. Parabéns por tudo aquilo que faz dele um homem sem igual – mesmo sem igual! Parabéns por toda a calma, alegria de viver, carinho, paciência, jovialidade, boa disposição, beleza, sentido de justiça, compaixão e solidariedade que em si encerra e que mantém até hoje, apesar das circunstâncias menos boas da vida. Parabéns pelo sucesso – com todo o mérito – que sempre teve e que cada vez mais alcança na profissão. Parabéns pelos 30 aninhos. Sobretudo, parabéns por, depois de 15 anos ao seu lado, continuar a ser um homem incrível que me surpreende cada vez mais pela positiva e enquanto marido e pai maravilhoso que é para ti e para mim. PARABÉNS PAPÁ. PARABÉNS meu AMOR.
Vergonha. Já???
E não é que já começas a ter vergonha? De nós ainda por cima! Não percebo mesmo porquê… Acontece nestas situações: estás a dançar, fazes ou consegues alguma coisa bem e nós fazemos uma festa, batemos palmas ou dizemos-te qualquer coisa nesse sentido. Paras o que estás a fazer, tiras o sorriso e começas a dizer que não. Mas porquê?
sábado, 20 de junho de 2009
A avó M. pergunta…
1.ª Versão
Avó M.: Quem é o pintainho da avó?
Tu: Xou eu! (com a mesma entoação e tal e qual como na música do Ruca)
2.ª Versão
Avó M.: Quem é o pintainho da avó?
Tu: Mô-Mor!
Esclarecimento: a avó M. chama-te muitas vezes “pintainho” e nós muitas vezes “meu amor”…
Avó M.: Quem é o pintainho da avó?
Tu: Xou eu! (com a mesma entoação e tal e qual como na música do Ruca)
2.ª Versão
Avó M.: Quem é o pintainho da avó?
Tu: Mô-Mor!
Esclarecimento: a avó M. chama-te muitas vezes “pintainho” e nós muitas vezes “meu amor”…
Ainda sobre o corte de cabelo
Depois do primeiro impacto, lá começo a tentar pensar positivo até o teu cabelo voltar a crescer minimamente… Já descobri duas vantagens, para além da vantagem óbvia de transpirares menos e, sobretudo, fazer-te menos impressão e calor o cabelo na cara, sobre os pescoço, a testa e as orelhas. São elas:
- estás com um ar mais crescido (agora que escrevo realizo… será mesmo uma vantagem???)
- vêem-se tão melhor as tuas feições, as tuas expressões, o teu olhar, a tua beleza. Sim, claro, as bochechas também sobressaem mais, mas isso é óbvio e acontece a qualquer pessoa. O que quero dizer é que, apesar de olhar para ti todos os dias, demoradamente, observar-te muitíssimo, parece que descobri a intensidade das tuas expressões, descobri mais a tua enorme expressividade corporal. O cabelo comprido não tapa, mas desvia as atenções. Creio que é isso. Enfim, tenho esperança que cresça como sempre cresce: rapidamente!
- estás com um ar mais crescido (agora que escrevo realizo… será mesmo uma vantagem???)
- vêem-se tão melhor as tuas feições, as tuas expressões, o teu olhar, a tua beleza. Sim, claro, as bochechas também sobressaem mais, mas isso é óbvio e acontece a qualquer pessoa. O que quero dizer é que, apesar de olhar para ti todos os dias, demoradamente, observar-te muitíssimo, parece que descobri a intensidade das tuas expressões, descobri mais a tua enorme expressividade corporal. O cabelo comprido não tapa, mas desvia as atenções. Creio que é isso. Enfim, tenho esperança que cresça como sempre cresce: rapidamente!
O quão bem já nos entendes…
A avó M. contou-nos hoje que, antes de cortarem o cabelo, foram andar num cavalinho a teu pedido, daqueles em que se põe a moeda. Quando acabou, a avó até estava desnorteada, tais eram os teus gritos e tal foi a birra que fizeste, por não quereres sair do cavalinho. A avó zangou-se e explicou-te que, tendo feito uma birra assim, portaste-te mal, pelo que, com ela não andarias mais nos cavalinhos daqueles.
Prontas do cabeleireiro e já de penteado novo, passaste pelo cavalinho e apontaste “pedinchando”, ao que a avó M. te respondeu prontamente: não Margarida. Há pouco fizeste uma grande birra, por isso não andas outra vez. O que é que tu fizeste? Rigorosamente nada. Nem um “ai”. Seguiram caminho e não voltaste ao assunto.
Prontas do cabeleireiro e já de penteado novo, passaste pelo cavalinho e apontaste “pedinchando”, ao que a avó M. te respondeu prontamente: não Margarida. Há pouco fizeste uma grande birra, por isso não andas outra vez. O que é que tu fizeste? Rigorosamente nada. Nem um “ai”. Seguiram caminho e não voltaste ao assunto.
De cócoras
É a tua última descoberta. Aprendeste a andar de cócoras. De vez em quando, andas assim enquanto brincas. Achas muito divertido. Enfim, sempre a descobrir coisas novas e a explorar as nossas capacidades não é bebé? : - )
Etiquetas:
corpo,
curiosidades,
evolução,
explorar,
novidades
No mínimo convicção!
Quando te fui buscar ontem, depois de teres ido cortar o cabelo, fomos passear um pouco. Passámos por uma papelaria e perguntei-te se querias ver se já tinha chegado o novo CD do Noddy. Agarraste a minha mão, direccionaste-te para a papelaria e disseste: agóia! Ok, agora, é já a seguir!
O hipo…
… também faz xixi. Descobriste isso na banheira. Pegas no hipopótamo (que na verdade é um termómetro para medir a temperatura da água do banho) e, como tem uns buraquinhos, depois de o mergulhares a água escorre por ele abaixo. Tu divertes-te dizendo que ele está a fazer xixi! Bem visto.
7.º corte de cabelo
Desta vez foste com a avó. Não sei pormenores de como te portaste. Sei contudo que não terá sido muito mau, na medida em que a G. te conseguiu cortar o cabelo. Sim. Desta vez escrevo por outro motivo. Cortou o cabelo, com mais ou menos facilidade, mas cortou. Cortou de modo a ser prático e a não sofreres tanto com o calor (como de facto sofres). Cortou escadeado como lhe pedi e mais curto do que o habitual, como lhe pedi também. Na verdade, quando cheguei ao pé de ti tive um choque. Fizeste lembrar-me o quanto eu odiava que a avó me cortasse o cabelo curto. Fiquei em choque. Analisei as vantagens, percebi como estavas (mesmo) feliz por não teres cabelo nos olhos, na testa, na cara, no pescoço… Realizei como ficas diferente, mais menina (apesar de curto), mais crescida, mais… Mas não consegui evitar ficar em choque. Ainda estou um bocado. Não consigo. Fiquei triste, desiludida, nem sei explicar. Não é que não goste, simplesmente está demasiado curto, super, super curto! Cresce, e rápido, por isso, adiante. Mas gosto mais de te ver com o cabelo mais comprido. Pronto, já disse.
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)