segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Olá! Olá! 08112008

Hoje foi o dia dos olás! Insistimos contigo, já faz algum tempo, para que digas esta palavra (entre outras). Hoje, quando experimentámos, resultou. Olá Margarida!, ´Lá, dizias tu! Demais!!!

Destreza 07112008


Já pões as tuas caixinhas umas dentro das outras com facilidade. De facto já o consegues fazer muito bem (se não é no tamanho imediatamente asseguir e no próximo). Depois, abanas sempre para ouvires o barulho do tocar entre as duas. E assim te divertes! : - )


“Ponha aqui o seu pézinho!” 07112008

O papá lembrou-se de cantar “ponha aqui o seu pézinho” enquanto te veste as collants ou as meias. Deves ter achado tanta graça à música que, para o acompanhar, vais rodando as mãozinhas, de braços esticados no ar! Até rodas os pulsos com muita agilidade, qual sevilhana! Onde é que aprendeste esta?! : - ) : - ) : - )

Os teus bebés 06112008



Tenho-os há muitos anos. Sempre adorei bebés, coleccionava postais e imagens de bebés e fi-lo durante anos. Foi a avó M. que me deu estes. Um, o da cadeirinha, deu-me quando nasceu o tio K., para eu saber que ia ter um irmãozinho :-) Os outros seis são os bebés da sorte. Gosto muito deles e adorei poder “passá-los” a ti agora. Estão no teu quarto, no parapeito da janela, já que são muito pequeninos e ainda é cedo para brincares com eles em segurança. Contudo, como bebé é uma palavra que te é muito familiar e também porque já percebes perfeitamente o que é um bebé, adoras olhar para eles quando estás ao nosso colo no quarto. Nos últimos dias, sempre que te vou levantar da cama e abro o estore, apontas para eles e queres pegar-lhes. Dou-te um ou dois para a mão. Depois, pegas neles com a tua mãozinha pequenina, onde eles cabem na perfeição e, com um dedinho apenas fazes-lhes festinhas na cabeça ou juntas os bebés à tua carinha, enquanto encostas a tua cabeça ao mei peito durante um bocadinho. É uma ternurinha!

De mochila às costas 06112008


É um mimo esta mochila! Tão pequenina, cheia de cor e ainda por cima com o teu nome escrito e em brilhantes! Ao contrário do que eu achava deixaste pôr a mochilinha às costas com relativa facilidade e não a tiraste. Ficas tão engraçada!!! Uma menina muito kexida!


sábado, 15 de novembro de 2008

Quando nos zangamos 06112008

És demais! Torna-se muito difícil não desatarmos a rir com a tua última novidade, sinal de inteligência e esperteza! Agora é assim: quando nos zangamos contigo, depois de insistires no que estás a fazer por diversas vezes, ignorando os nossos “nãos” e ares zangados, passas a uma nova técnica, a técnica da gracinha. Quando percebes que estamos mesmo a ralhar contigo, a elevar o tom de voz ou a dizer o nosso “não!” muito firme, começas a fazer “a galinha põe o ovo”, de sorriso na cara... a ver se pega! E não é que costuma pegar mesmo!!! Espertalhona!

Livros 05112008

O ritual é este: de manhã, já vestida e com a papinha na barriga, a primeira coisa que gostas de fazer é tirar os teus livros um a um do cantinho em que os arrumámos na noite anterior. Depois, folheias cada um deles e espalhas todos em teu redor. Só após esta, algo demorada, tarefa é que te viras para os outros brinquedos. Que bom. Espero que o teu gosto pelos livros dure sempre. É meio caminho andado para leres e escreveres bem, gostares de histórias e dares asas à tua infinita imaginação.

Tiraste um café! 05112008

A tua cadeira da papa está na cozinha e, habitualmente, tens atrás a máquina do café. Desde que aprendeste a carregar em botões que achas muito divertida a tarefa. Carregas diariamente na aparelhagem, no dvd, até na X-Box do pai. Hoje foi a vez da máquina do café!!! Distrai-me, carregaste no botão e tiraste mesmo um... Bom, só saiu água, já que não tinha cápsula, mas só faltou mesmo isso para ajudares a mamã! : - )

As mães são o máximo... : - )

Recebi o seguinte e-mail:
Caminhava com a minha filha de 4 anos, quando ela apanhou qualquer coisa do chão e ia pôr na boca. Ralhei com ela e disse-lhe para nunca fazer isso.
-Mas porquê? - Perguntou ela
Respondi que se estava no chão estava sujo e cheio de micróbios.
Nesse momento, a minha filha olhou-me com admiração e perguntou:
- Mãe, como sabes tudo isso? És tão inteligente...
Rapidamente reflecti e respondi-lhe:
- Todas as mães sabem estas coisas. Quando alguém quer ser mãe, tem que fazer um teste e tem que saber todas estas coisas se não, não pode ser mãe.
Caminhámos em silêncio cerca de 2, 3 minutos. Vi que ela pensava ainda sobre o assunto e de repente disse :
- Ah, já percebi. Se não passasses o teste, tu eras o pai!
- Exactamente – respondi com um grande sorriso na boca.
Desculpa papá, não resisti! Margarida, depois deste post temos de ir dar um beijinho ao papá! E mandar outro aos avôs, eheh.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Meter a mão na papa 04112008

É giro, faz parte – não conheço nenhuma criança que não goste – é diferente e, sobretudo, é pegajoso, pelo que, tem muito mais piada!!! Sempre que estou a dar-te a papa lá vais, por tentativas, tentando chegar a mão ao prato, com ar descontraído e como se não fosse nada contigo. Eheh. Eu enfim, acabo por deixar (com conta, peso e medida). É ver-te com ar muito satisfeito, a abrir e fechar a(s) mão(s), não só para sentires a textura, o pegajoso, mas também para ouvires o som que faz o contacto da pele com a papinha!!! Que divertido não é filha? : - )

Dia de beijinhos 04112008

Que tu és uma beijoqueira, mimocas e ternurenta, nós já temos a certeza! Factos que nos fazem, aliás, muito felizes. : - ) Mas hoje foi o dia oficial dos beijinhos cá em casa! À hora do almoço, enquanto o papá tentava adormecer-te e, como é habitual não querias dormir, apesar do sono, lembraste-te de tentar dar-lhe a volta... Então saiste-te com esta: ao seu colo, olhaste para ele e toca a mandar beijinhos com boquinha de peixe! O pai tentou conter-se mas acabou por rir! Inevitável. Mais tarde fizeste-o comigo, enquanto brincavas na sala, paraste e desataste a mandar beijinhos. Até te esqueceste que estavas de chucha na boca, o que surtiu num efeito muito engraçado : - ) O máximo! Por fim, na cadeira da papa, já com pouca vontade de comer, voltaste à carga a mandar-me beijos. A tua maneira carinhosa de chamares a atenção e tentares que te tirasse de lá. Claro está que a tua técnica resultou na perfeição!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Também já dás a voltinha, eheh 04112008

Foi sexta-feira. Olhei para ti com mais atenção, pois estavas em pé, junto ao vidro da janela da sala, de costas para mim a olhar para a rua. É algo de que gostas muito. Esqueces-te que nem sempre as meias anti-derrapantes estão no sítio (seria melhor dizer, estão 5 minutos após serem calçadas, nada mais…) e que as mãozinhas transpiradas por vezes falham-nos. Reparei que uma música te despertou interesse. Então olhaste para trás para a tv. Como te interessaram também as imagens (não me recordo o que era), nem desta pelo que fizeste: largaste-te e, em pé, foste rodando sobre ti própria, passinho a passinho, até ficares totalmente virada de frente para mim e para a tv. Depois disso, foi só aplicar a técnica mais vezes ao longo do dia. Que eu tenha reparado, fizeste-o mais umas três vezes. Para veres algo atrás, para apanhares um boneco.
Além disso, fartaste-te de andar. Já não gatinhas primeiro e pensas em andar depois. Agora tentas sempre primeiro andar e, só quando cais de rabo no chão, a preguiça fala mais alto e lá vais tu em grande speed gatinhando pela casa.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Chegou o frio

Quentinho, fofinho, colorido e fica-te mesmo, mesmo bem!

Fotos ilustrativas...

... tanto do frio, como da autêntica maratona que fazias pela sala, à volta da mesa de jantar e pela cozinha na casa do "tio" Luz! : - )












Tão simples...


Filha, se vivêssemos em Aljustrel, seria tão simples quanto isto... : - )

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

E foi assim…


Gostaste muito do fim-de-semana, tal como nós. Aljustrel é um sítio pacato, sossegado, silencioso. Tirando uma hora a meio da noite – em que provavelmente estranhaste o sítio – dormiste sempre bem, muito e ferrada.


O teu maior divertimento foi gatinhar a sala inteira e, sempre que possível, dar uns passinhos. Afinal é o que agora mais gostas de fazer… A tua última grande conquista é andar sozinha. Resultado: fartaste-te de andar e de gatinhar. As meias anti-derrapantes vêm pretas, mesmo p-r-e-t-a-s. Deste voltas e mais voltas à mesa de jantar, aos sofás, pela cozinha. A maior parte das vezes preferias dar-nos os bracinhos para andares muito mais depressa. Outras vezes, lá te entretinhas a passar de um de nós para o outro, ou da mesa pequena para o sofá.

De início tive algum receio da lareira (deliciosa! O frio era muito!) mas felizmente não te chamou tanto a atenção quanto isso. Querias era gatinhar, andar, brincar, conversar muito. Repetis-te muitas vezes o olá, não e claro, o famoso já está esteve sempre na ordem do dia.

A “tia” I. diverte-te e faz-te sempre sorrir. Basta o seu Olá!!! sonoro e feliz. Já vais calmamente e à confiança para o seu colo. Chegas mesmo a pedir. Não significa mais do que isto: já a conheces bem e gostas muito dela – dá para ver. Com toda a certeza estes dois dias deram para solidificar a vossa relação : - ). Com o “tio” F. é outra história! Ora amor, ora ódio conforme as tuas e as suas traquinices, eheh. Uma coisa é certa: a luz está lá no alto, lá em cima, no tecto, no céu, nos candeeiros. O tio Luz (de apelido) ainda te baralha. Mas foi divertido ver-te apontar para o tecto e na direcção dele, ainda que por pura coincidência.

Quando viste chegar hoje um bebé quase da tua idade, o A., ficaste radiante e sempre muito sorridente. Afinal, é sempre com gente do teu tamanho que mais te identificas.

Muito obrigada amigos por este fds. Valeu a pena sair, passear, a companhia, a conversa, a lareira, enfim, vale sempre a pena. Obrigada! : - )


Pormenor: adorei o candeeiro de mesa do quarto onde ficámos que reproduzia um coreto. Lindo.

sábado, 1 de novembro de 2008

É sobre ti...

Já tinha em mente desligar o PC e pôr o resto da escrita em dia lá para Domingo à noite. Mas depois lembrei-me de dar uma espreitadela em alguns dos meus blogues favoritos e… Aqui estou eu, orgulhosa, feliz, comovida (again!!!). Num blogue aqui pertinho, olha o que encontrei… tomo a liberdade de reproduzir, ok C.?

“Gui

Amiga de barriga, nasceu no mesmo ano da M. no meu dia de anos e é mais conhecida por Pocahontas, alcunha que lhe foi posta quase à nascença por ter tantas semelhanças com aquela personagem da Disney. As suas características: morenaça, com uma cabeleira farta, que nos seus escassos 10 meses já foi cortado três vezes, de uma alegria contagiante e muito, muito querida. Um pormenor: a sua primeira gargalhada foi dada comigo... :) As mães ficaram amigas e ainda por cima temos a sorte de sermos quase vizinhas. Juntas são do mais engraçado que há. Já se reconhecem perfeitamente e fazem sempre uma festa uma à outra. Ontem, a M. teve o privilégio de receber beijinhos e miminhos da sua amiguinha, que é uma verdadeira mimocas, na aula de ginástica, à qual também aderiu. Como disse a mãe F. e muito bem, temos de fazer por cultivar esta amizade, para que perdure e para que um dia possam partilhar de memórias conjuntas de há muitos anos. São estas amizades que geralmente ficam para sempre e que resistem até às circunstâncias da vida. Para além disso, os seus pais são pessoas que merecem o nosso respeito e confiança, e é também uma amizade que gostaria e faço questão de cultivar. Ainda bem que ainda se conseguem fazer amigos assim!...”

OBRIGADA AMIGOS!

FDS em Aljustrel

O convite (reforçado) foi à última da hora, mas aceitámos! Bem precisamos de sair de Lisboa de vez em quando, sobretudo tu. Além disso, a companhia é óptima, por isso, só tínhamos de dizer ´bora! Amanhã de manhã, lá vamos os três, com a “tia” I. e o “tio” F. Vai valer a pena e vai ser muito bom!

Dizer que não

Dizer-te que não, zangar-me contigo ou até levantar-te a voz… é “igual ao litro”. Ris-te, pura e simplesmente! Vejam bem!!! Ris-te, sabendo perfeitamente o que quer dizer não, vendo o meu ar de zangada e séria. Quanto mais te dizia não ontem à tarde – enquanto a água do banho reduzia para metade dentro da banheira e a outra metade por toda a casa de banho (literalmente) – mais tu te ria. Era só dentinhos e, pior, davas gargalhadas! Eu tive vontade de rir umas quantas de vezes, outras confesso, de desaparecer. Sei que é o início da fase em que desafias a mãe, o pai, a autoridade em geral. Contudo, depois de um dia inteiro, com a casa de banho alagada, com a (restante) água a ficar fria e a querer dar-te banho, sinceramente, dou em louca! : - )

Quando saio… 30102008

Quando saio ficas a chorar. Das últimas duas vezes foi assim. A primeira ficaste com a Natasha. O pai ainda estava em casa, mas percebeste que eu ia sair e foi um berreiro. Ontem foi com a prima I. Ainda foi pior, porque viste-me vestida, pronta para sair e, quando ela chegou à porta, associaste. Um berreiro. Sei que de ambas as vezes ficaste bem passado uns momentos. Uma vez a brincar, outra a dormir e que até passaste as tardes bem disposta. Ainda assim, ficaste a chorar quando eu saí. Eu, saí a chorar.

Comoveu-me 30102008

Ontem na ginástica comoveu-me ver a tua alegria ao veres chegar a Madalena. A excitação imediata em que ficaste. Porem-se logo as duas a “conversar”. Mas mais tarde, a meio da aula, nem queria acreditar: chegavas-te a ela e davas-lhe beijinhos e festinhas. Não só a reconheces perfeitamente e a distingues dos outros meninos, como já gostas dela. Comoveu-me. Fiquei muito feliz.